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domingo, 24 de junho de 2012

O IMPACTO AMBIENTAL DE SUAS BUSCAS NO GOOGLE


CADA VEZ QUE VOCÊ ACESSA A INTERNET SERVIDORES ENORMES SÃO ACIONADOS E ELES GASTAM MUITA ENERGIA. VEJA NÚMEROS
Cada pesquisa contribui para a emissão de gases nocivos na atmosfera. .....


Sabe quando você está sem nada pra fazer, acessa a internet e começa a pesquisar os resultados para seu nome? Para o nome do chefe? E quando a brincadeira perde a graça passa a buscar “vídeo fofo de gato” ou “Denver, o cachorro arrependido”? Pois saiba que cada uma dessas pesquisas está contribuindo para as mudanças climáticas. Isso porque quanto mais usamos a rede, mais servidores são necessários para guardar e transmitir os dados que acessamos – e a cada operação, eles gastam uma boa quantidade de energia. E a energia nem sempre é uma alternativa limpa, causando emissões de gases poluentes e causadores de mudanças climáticas. Uma simples busca no Google por “Para a nossa alegria”, por exemplo, causa uma emissão equivalente a mover um carro por cerca de dez centímetros. 15mil buscas equivalem às mesmas emissões da produção de um hambúrguer. Ok, parece pouco. Mas imagine que, no mundo, são feitas cerca de 3bilhões de buscas por dia (segundo o qSearch, instrumento de métricas online americano). Isso faz com que, cada ano, o Google produza 260mil quilos de CO2. E, a cada mês, a empresa gasta 3,9 milhões de kWh, o suficiente para lavar 5milhões de “maquinadas” de roupa suja. E não podemos esquecer que a internet não se limita ao Google. Em 2005, os EUA tinham 10,3 milhões de servidores. E esses servidores consumiram energia suficiente naquele ano para abastecer por dois meses o Reino Unido inteiro. Um único spam produz 0,3 gramas de CO2. Mas, anualmente, 62 trilhões de spams são enviados, produzindo emissões equivalentes a 1,6 milhões de carro circulando pela Terra. E esses são os dados de hoje, com 2,3 bilhões de usuários na internet. Até 2017, estima-se que todo o planeta estará conectado. E a quantidade de servidores e de buscas irá aumentar exponencialmente. A boa nova é que o crescimento de usuários e da energia consumida pelos servidores da internet não é diretamente proporcional. Ao mesmo tempo em que o tráfico da internet, de 2000 para 2012, cresceu 32milhões por cento, o consumo de eletricidade para esse fim aumentou apenas 200%. 
E vale lembrar que a forma como usamos a internet hoje não tem apenas um lado ruim para a natureza. Por exemplo, ao fazer o download de um CD em vez de comprar o disco “físico”, você está fazendo opção que produz até 80% a menos de emissões de CO2.
Porém que escreveu este arquivo esqueceu de mencionar que a pessoa on line poderia estar andando de carro, fazendo compras supérflua, ou mesmo lendo jornal, livro ou revista impressa. Todos esses motivos são grandes geradores de passivos ambientais. Afinal tudo que realizamos faz mal a saúde e ao meio ambiente.

Uma coisa é certa, sou ambientalista, mas não um ecochato*. Temos de ter consciência e opiniões das coisas,  mas não sermos extremistas. O ambientalista deverá ser perspicaz e justo, sempre buscando promover o Desenvolvimento Sócio Ambiental Sustentável.

* ecochato: Pessoa insistente com ideais ambientais pragmáticos de forma extremista e não pensada. 


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