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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TERRAS RARAS - METAIS



Os metais das terras raras são algumas anomalias da Tabela Periódica, uma vez que estes 15 elementos quimicamente parecidos e com números atômicos variando entre 57 e 71 (do Lantânio ao Lutécio) e são conhecidos como lantanídeos. Na tabela periódica todos eles ocupam a mesma posição entre o bário (Ba) e o háfnio (Hf), mas você pode encontrá-los abaixo na tabela na série dos lantanídeos, observe a tabela no link abaixo:
Comercialmente falando, os elementos Ítrio (39) e o escândio (21) que estão imediatamente acima do Lantânio na Tabela também fazem parte das chamadas ‘terras raras’.
O termo ‘raro’ não é exatamente o que melhor descreve estes elementos, pois estão presentes na crosta terrestre em quantidade maior do que a prata, por exemplo. Os quatro elementos ‘raros’ mais comuns (Ítrio, Lantânio, Cério e Neodímio) estão disponíveis em maior volume do que o chumbo. Talvez o que seja raro mesmo é encontrá-los separados, afinal, por serem quimicamente muito parecidos é muito difícil distinguí-los.
A exceção é o Promécio (número atômico 61) que é muito instável e ocorre naturalmente em quantidades infinitamente pequenas e é obtido a partir de subprodutos da fissão nuclear de outros átomos radioativos.
As principais fontes de ‘terras raras’ são os minerais bastnezit, monazita (que possui também Tório e Rádio sendo por isso radioativa), laporit e argilas de absorção iônica.
A extração de ‘terras raras’ na China começou em meados dos anos 80 e hoje a China responde por 93% da produção mundial. O valor das terras raras está crescendo continuamente devido ao seu uso em muitas tecnologias modernas, incluindo a produção de conversores catalíticos, filtros para os gases de escape dos automóveis, fibra ótica, lasers, sensores de oxigênio, fósforo e supercondutores. Além dos mais poderosos ímãs permanentes que existem, que são os ímãs de neodímio-ferro-boro (veja aqui  matéria sobre esses ímãs) as ‘terras raras’ possuem várias outras aplicações bem específicas, veja algumas:
APLICAÇÕES DAS ‘TERRAS RARAS
Na produção de ímãs permanentes, a utilização de terras raras levou a mudanças revolucionárias nessa indústria. Novos ímãs poderosos com base em cobalto-samário, foram desenvolvidos em meados dos anos 60, com as duas principais ligas utilizadas foram SmCo5 e Sm2Con.

Com o desenvolvimento e aperfeiçoamento da indústria o samário foi parcialmente substituído por outros elementos de terras raras como o neodímio. Em 2005, a produção mundial total de ímãs de terras raras foi de cerca de 2,4 toneladas. Até agora, os ímãs sólidos mais poderosos de todos foram colocados em uso em 1984 e com base de neodímio-ferro-boro. Eles tinham o dobro da força magnética de produtos de cobalto-samário, e têm alta resistência a desmagnetização. A demanda pelos novos ímãs cresceu a um ritmo impressionante e em termos de valor, eles representaram a maior fatia do mercado global sólido materiais magnéticos. A capacidade desses ímãs de gerar um forte campo com seu tamanho reduzido permitiu que esses produtos contribuíssem para a implementação de um processo que visa a miniaturização dos equipamentos eletrônicos. Cério, como o mais comum e menos caro elemento do grupo em questão tem um número de áreas estabelecidas de consumo, bem diferente da de outros metais. O cério é usado para polir vidro. Praticamente todos os vidros polidos de alta qualidade, incluindo espelhos e lentes de precisão, são tratados com óxido de cério.
O cério é um componente importante mishmetalla, o que representa “uma liga natural” o metal mais comum da terra rara. Normalmente ele pode conter cerca de 50% de cério e lantânio de 30%, neodímio, 15% e 5 praseodímio%. Mischmetall utilizado na metalurgia para a limpeza de aço e enxofre bem como a remoção de impurezas de chumbo e antimônio. Mischmetall, combinado com metais como ferro e magnésio, utilizado na produção de variedades mais leves de sílex e uma série de outras ligas.
Uma área importante de consumo de terras raras é a produção de vários tipos de catalisadores. O cério é usado para melhorar o desempenho de conversores catalíticos, filtros, os gases de escape dos automóveis. Sua presença contribui para a transformação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos não queimados e óxidos de azoto em dióxido de carbono, água e nitrogênio.Acredita-se que o efeito estabilizador do óxido de cério de alumínio, aumenta o fluxo do processo de algumas reações catalíticas e aumenta a atividade de ródio para reduzir a concentração de NOx nos gases de escape. Além disso, melhora a atuação dos catalisadores para as “partidas a frio”. Um importante mercado de terras raras é a produção de materiais luminescentes (ou fósforos), em que elementos de terra rara pode ser incluído no material de base da matriz, ou ser o centro de excitação. A estrutura eletrônica de átomos de elementos de terras raras os torna particularmente eficazes na excitação de alta energia de raios gama, raios X, raios catódicos (elétrons) ou radiação ultravioleta, a fim de obter uma luminescência de banda estreita no espectro visível.
Nas novas gerações de lâmpadas fluorescentes compactas são usadas para converter os raios ultravioleta na luz vermelha, verde e azul. O resultado é uma radiação “branca”. Európio bivalente é utilizado para a obtenção de luminescência azul, cério e térbio  para o verde e európio trivalente  para o vermelho.
Da mesma forma, nas telas planas e telas de plasma os elementos terras raras criam LEDs ”brancos” . Granada de ítrio e alumínio (Y3A15O12 ou YAG) são cristais sintéticos, que são amplamente utilizados como meio ativo em lasers de estado sólido. Normalmente para a radiação laser com comprimentos de onda específicos, elas são ativadas, na maioria das vezes através da introdução de neodímio. Outras áreas incluem o consumo de terras raras, em particular, a produção de baterias recarregáveis de níquel-hidreto de lantânio, comumente referido como o níquel metal-hidreto metálico. Devido ao seu alto desempenho e os benefícios ambientais que estão  gradualmente diminuindo o uso de baterias de níquel-cádmio. Além disso, as terras raras são utilizados em pigmentos e cores: laranja / vermelho / marrom pigmentos para plásticos e tintas à base de cério e lantânio foram desenvolvidas como alternativa à base de corantes metais pesados. terras raras também servem como complementos para a cerâmica, melhorar suas propriedades. Os cabos de fibra óptica transmitem sinais por longas distâncias, porque eles contêm peças de fibra arranjadas periodicamente (erbium-ativado), atuando como um amplificador laser.
Metais antes pouco conhecidos, os 17 elementos químicos pertencentes ao grupo dos terras raras, hoje figuram como uma das grandes apostas da economia mundial. Muito utilizados no setor de tecnologia de ponta, estes elementos de extração complexa, são também foco de interesse para os países que pretendem exportar o que pode ser considerado “o ouro do século XXI”.
Segundo o professor associado da Escola Politécnica da USP e diretor de inovação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Fernando Landgraf, o Brasil até bem pouco tempo atrás não era considerado potencial explorador de terras raras. Porém, com um novo mapeamento das terras, publicado em 2010, provou-se que só em Catalão (GO) as reservas de terras raras chegam a 120 milhões de toneladas. “Além da produção de superímãs, estes metais podem ser utilizados como geradores de energia eólica, componentes de motores de carros híbridos e elétricos, além de parte dos discos rígidos de computadores”, diz.

Outra descoberta recente em terras brasileiras foi uma grande jazida de Tálio, em Barreiras (BA). A jazida constitui a única ocorrência mundial conhecida da associação manganês, cobalto e tálio em ambiente geológico continental. “Essa também é a única jazida conhecida no mundo, onde se pode considerar o tálio como o elemento de maior interesse econômico, já que ele permaneceu indiferente à crise de 2009, com cotação sempre em alta”, afirmou o diretor técnico da Itaoeste Vladimir Aps.
Uma das maiores aplicações do Tálio é na medicina, onde é considerado um radiofármaco da melhor qualidade, usado como contraste para geração de imagens cardiovasculares. Além disso, o metal também é um material termoelétrico e supercondutor em alta temperatura. “Hoje, ele só é produzido no mundo no Cazaquistão e na China, sendo que a China atualmente reduziu as exportações e se tornou importadora de Tálio. Portanto, como concorrência, só resta o Cazaquistão”.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DESERTIFICAÇÃO - RESUMÃO


A desertificação é caracterizada como o processo de degradação da terra, isto é, a transformação de terras com potencial produtivo em terras inférteis. Ocorre em regiões zonas áridas, semiáridas e sub-úmidas secas, resultantes das atividades humanas ou de fatores naturais (variações climáticas). Esse conceito foi elaborado durante a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O QUE É GUERRA


Em resumo, é um grupo de pessoas usando de violência para se impor sobre outro grupo. Guerra é um espectro de conflito envolvendo milhares de variáveis. Tiroteio entre gangues locais está no limite inferior desse espectro, e no entanto esses confrontos matam milhares de pessoas anualmente. No extremo superior estão nações planejando o controle do espaço. Morte e destruição se distribuem por esse espectro. Por exemplo, um homem armado com um abridor de cartas pode se apoderar de um avião, matando pessoas ocupadas no planejamento de guerra nuclear em escala global. A missão dos militares é lutar através desse espectro de conflito.
A História está repleta de conflitos entre aqueles que governam nações e pessoas que rejeitam esse governo. Todos os impérios enfrentaram contínuas rebeliões
A palavra 'guerrilha' surgiu para denominar a luta da população espanhola contra os exércitos de Napoleão. O termo terrorista foi usado para descrever o Viet Cong, em substituição ao termo mais antigo 'anarquista'. Antes disso, a palavra 'assassino' foi usada desde o tempo das Cruzadas para descrever os fanáticos muçulmanos que cometiam ataques suicidas.
Os avanços tecnológicos tornaram desnecessários exércitos maciços. Guerras poderiam ser travadas por um pequeno número de profissionais bem treinados equipados com armas e dispositivos de alta tecnologia coordenados através de 'Guerra centrada em redes'.
1.1 Modalidades de guerra segundo a intensidade do confronto

1.2 Modalidades de guerra segundo a abrangência do conflito

1.3 Modalidades de guerra segundo a forma ou desenvolvimento do confronto

1.4 Modalidades de guerra segundo a causa do confronto bélico, ou causus belis

1.5 Modalidades de guerra segundo o tipo de armas estratégicas utilizadas

2 Motivações

3 Os conflitos no tempo

4 Questões humanitárias

5 Curiosidades bélicas

6 Etimologia

7 Ver também



FONTE:
The Spectrum of Future Warfare', deCarlton Meyer /   http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra

terça-feira, 8 de novembro de 2011

OS DESAFIOS DE UM PLANETA COM 7 BILHÕES DE PESSOAS


A população mundial atingiu os 7 bilhões de habitantes no dia 31 de outubro de 2011, segundo estimativas da ONU (Organização das Nações Unidas). O ritmo acelerado de crescimento populacional impõe desafios para garantir uma convivência mais equilibrada nos centros urbanos, nas próximas décadas.
Durante séculos, o número de pessoas na Terra aumentou muito pouco. A marca de 1 bilhão de habitantes foi alcançada em 1800. A partir dos anos 1950, porém, melhorias nas condições de vida em regiões mais pobres provocaram uma rápida expansão. Em apenas meio século, a população mais do que dobrou de tamanho, chegando a 6 bilhões em 2000. As projeções indicam que, em 2050, serão 9,3 bilhões de habitantes no planeta, índice que atingirá os 10 bilhões até o final do século, antes de estabilizar. O aumento ocorrerá principalmente em países africanos que registram altas taxas de fertilidade. China é hoje o país mais populoso do mundo, com 1,35 bilhão de pessoas, seguida da Índia, com 1,24 bilhão. Mas, segundo a ONU, em 2025 a Índia terá 1,46 bilhão de habitantes, ultrapassando os estimados 1,39 bilhão de chineses nesta data. O problema não é acomodar tanta gente: há espaço de sobra. As questões envolvem o balanço entre população idosa e jovem, uso de recursos naturais, fluxo migratório e desenvolvimento sustentável em zonas urbanas, que concentrarão 70% da população mundial. Em 2008, pela primeira vez na historia, havia mais gente morando em cidades que no campo. Em 1975, havia três megacidades (aglomerados urbanos com mais de 10 milhões de pessoas) no mundo: Nova York, Tóquio e Cidade do México. Hoje, são 21, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro. Essas cidades demandam soluções para problemas como trânsito, violência, saneamento básico e desemprego.
O aumento populacional cria também disparidades sociais. Nos países mais pobres, como no continente africano, as altas taxas de fecundidade e o crescimento da população mais jovem dificultam o desenvolvimento. Não há emprego para todos e nem acesso à educação de qualidade. Já em nações ricas, como o Japão e países europeus, o problema é o envelhecimento do povo. O maior número de pessoas idosas reduz a força de trabalho e sobrecarrega os sistemas previdenciários, onerando o Estado. Por isso, governos usam estratégias opostas: campanhas de controle da natalidade no primeiro caso, como prevenção de gravidez na adolescência, e estímulo econômico às mulheres para que tenham mais filhos, no segundo.Em geral, as taxas de fecundidade (número médio de filhos por mulher) caíram de 6 filhos para cada mulher para 2,5, desde os anos 1970. As causas foram os avanços sociais e econômicos, que permitiram às mulheres acesso à educação, trabalho e métodos contraceptivos.
Mas, ao mesmo tempo, a expectativa de vida passou de 48 anos, no início da década de 1950, para 68 anos na primeira década do século. E a mortalidade infantil, que era de 133 mortes para cada 1 mil nascimentos, na década de 1950, caiu para 46 mortes em cada 1 mil, no período entre 2005-2010. Jovens com menos de 25 anos compõem 43% da população mundial. Eles representam uma importante mão de obra para estimular economias, sobretudo aquelas em crise; mas, para isso, precisam ter educação, saúde e emprego.
Brasil
No Brasil, há uma tendência para o envelhecimento da população, que é hoje de 192 milhões de habitantes. Em 1960, cada mulher tinha uma média de 6 filhos, taxa reduzida para 2,4 no começo deste século. Na última década, projeções apontam uma tendência de queda para índices entre 1,8 e 1,9, abaixo da taxa de reposição de 2,1 filhos. São taxas de fecundidade próxima a países como Alemanha, Espanha, Itália, Japão e Rússia.
O aspecto positivo é que isso contribui para a diminuição da pobreza, pois o Estado tem menos crianças para assistir e há mais mulheres no mercado de trabalho. Contudo, nesse ritmo, o país terá que lidar em breve com gastos causados pelo envelhecimento populacional. Estima-se que, em 2100, os idosos com mais de 80 anos serão 13,3% da população brasileira, superando a parcela de pessoas economicamente ativas. Enquanto isso, o país aproveita uma característica demográfica que favorece o crescimento econômico: há um número maior de adultos, ou seja, de pessoas em idade produtiva que não dependem do Estado. É o chamado "bônus demográfico", que dura um tempo determinado e deve ser aproveitado.
Por esta razão, especialistas afirmam que agora é o momento de pensar políticas públicas para lidar com o envelhecimento dos brasileiros. Outro ponto importante é o planejamento urbano. O Brasil, com 85% pessoas vivendo nas cidades, é um dos países mais urbanizados do mundo, e, com mais gente vivendo nas cidades, há mais demanda por habitação, saneamento e transporte público, postos de trabalho, saúde e educação.

 Ficha-resumo
A população mundial atingiu os 7 bilhões de habitantes no dia 31 de outubro, segundo estimativas da ONU (Organização das Nações Unidas). A China é hoje o país mais populoso do mundo, com 1,35 bilhão de pessoas, seguida da Índia, com 1,24 bilhão.
As projeções indicam que, em 2050, serão 9,3 bilhões de habitantes no planeta, índice que atingirá os 10 bilhões até o final do século, antes de estabilizar. O aumento ocorrerá principalmente em países africanos que registram altas taxas de fertilidade.
O ritmo acelerado de crescimento populacional impõe desafios para garantir uma convivência mais equilibrada nos centros urbanos, nas próximas décadas. O problema não é acomodar tanta gente: há espaço de sobra. As questões envolvem o balanço entre população idosa e jovem, uso de recursos naturais, fluxo migratório e desenvolvimento sustentável em zonas urbanas, que concentrarão 70% da população mundial.
No Brasil, com 192 milhões de habitantes, há uma tendência para o envelhecimento da população. Na última década, projeções apontam uma tendência de queda para índices de fecundidade próximos aos registrados em países europeus. Outro desafio é a vida em centros urbanos: o Brasil, com 85% da população vivendo nas cidades, é um dos países mais urbanizados do mundo.
Saiba mais
Situação da População Mundial 2011 (disponível em PDF): relatório da ONU que analisa tendências para a vida em sociedade em um mundo com 7 bilhões de pessoas.
No Mundo de 2020 (1973): ficção científica dos anos 1970 que imagina as consequências desastrosas do crescimento populacional no planeta.
 José Renato Salatiel*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Retirado do site http://educacao.uol.com.br/

INVERSÃO TÉRMICA


Introdução 
A inversão térmica é um fenômeno atmosférico muito comum nos grandes centros urbanos industrializados regiões onde o nível de poluição é muito elevado, sobretudo naqueles localizados em áreas cercadas por serras ou montanhas. Esse processo ocorre quando o ar frio (mais denso) é impedido de circular por uma camada de ar quente (menos denso), provocando uma alteração na temperatura, quando há uma mudança abrupta de temperatura devido à inversão das camadas de ar frias e quentes.
Como ocorre a Inversão Térmica
É importante ressaltar que a inversão térmica é um fenômeno natural, sendo registrada em áreas rurais e com baixo grau de industrialização. No entanto, sua intensificação e seus efeitos nocivos se devem ao lançamento de poluentes na atmosfera, o que é muito comum nas grandes cidades.
Pelas leis da natureza, o ar quente (mais leve) está sempre subindo, e o ar frio, (mais pesado), sempre descendo. Ao amanhecer, o sol aquece o solo, fazendo com que o ar próximo a ele também tenda a subir.
A camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região próxima a superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes.
Este fenômeno climático pode ocorrer em qualquer dia do ano, porém é no inverno que ele é mais comum. Intensifica-se em virtude da perda de calor. O ar próximo à superfície fica mais frio que o da camada superior, influenciando diretamente na sua movimentação. O índice pluviométrico (chuvas) também é menor durante o inverno, fato que dificulta a dispersão dos gases poluentes.
Em alguns dias do inverno, porém, a camada de ar rente ao solo torna-se ainda mais gelada que a camada imediatamente acima dela. Como as camadas mais elevadas também são frias, forma-se um "sanduíche": uma faixa quente entre duas faixas frias. Essa combinação faz com que a camada gelada, junto ao solo, não consiga se dissipar. "O fenômeno ocorre quando há muita umidade próxima à superfície da Terra, em geral logo após a passagem de uma frente fria", diz o meteorologista Francisco Alves do Nascimento, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), de Brasília.
Nas grandes cidades, podemos observar no horizonte, a olho nu, uma camada de cor cinza formada pelos poluentes. Estes são resultado da queima de (gasolina e diesel principalmente) pelos automóveis e caminhões. 
Problemas de Saúde
Este fenômeno afeta diretamente a saúde das pessoas nas grandes metrópoles, porque, de manhã, quando surge a inversão térmica, uma grande quantidade de automóveis sai às ruas, liberando gases tóxicos como o monóxido de carbono. O tormento tende a se agravar em dias sem ventos, que facilitariam a dispersão dos poluentes. Os mais afetados são crianças, provocando doenças respiratórias, cansaço, irritação nos olhos, intoxicações entre outros problemas de saúde.
Pessoas que possuem doenças como, por exemplo, bronquite e asma são as mais afetadas com esta situação.
POSSÍVEIS MEDIDAS E/OU SOLUÇÕES
Entre as possíveis medidas para minimizar os danos gerados pela inversão térmica são;
  • a utilização de biocombustíveis ou energia elétrica no lugar combustíveis fósseis derivados do petróleo  poderia reduzir significativamente este problema;
  • fiscalização de indústrias;
  • redução das queimadas;
  • políticas ambientais mais eficazes;
  • Campanhas públicas conscientizando as pessoas sobre a necessidade de trocar o transporte individual (particular) pelo transporte público (ônibus e metrô) também ajudaria a amenizar o problema.
Soluções para estes problemas estão ligados diretamente à adoção de políticas ambientais eficientes que visem diminuir o nível de poluição do ar nos grandes centros urbanos.

referência
http://www.suapesquisa.com/http://www.brasilescola.com/ http://mundoestranho.abril.com.br

sábado, 5 de novembro de 2011

MAPA MUNDI DIGITAL - IBGE


Recentemente o IBGE lançou um mapa-mundi digital, com síntese, histórico, indicadores sociais, economia, redes, meio ambiente, entre outras curiosidades, vale a pena conferir! 






clique aqui para ter acesso ao mapa

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

POLUIÇÃO URBANA


Toda cidade é caracterizada pela aglomeração de pessoas, nas grandes cidades a concentração de pessoas gera vários detritos ou sujeiras provocadas pelas relações sociais (industriais, comerciais, culturais e residenciais)..........

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O QUE SÃO MARES E OCEANOS?

O estudo específico dos oceanos e mares é denominado de oceanografia. Os oceanos e mares exercem uma grande relevância para a biosfera.

CICLOS BIOGEOQUÍMICOS

Ciclos biogeoquímicos são  ciclos que possibilitam que os elementos interajam com o meio ambiente e com os seres vivos, ou seja, garantem que o elemento flua através da atmosfera, hidrosfera, litosfera e biosfera. Os principais ciclos biogeoquímicos encontrados na natureza são o ciclo da água, do carbono, do oxigênio e do nitrogênio.