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quinta-feira, 31 de maio de 2012

10 NOVAS ESPÉCIES BIZARRAS

Instituto científico lista dez novas espécies mais 'bizarras'
Um instituto ligado à Universidade Estadual do Arizona divulgou uma lista de dez espécies novas que foram descritas por cientistas em 2011 e que chamam a atenção por seus traços incomuns e "bizarros".......



O ranking do International Institute for Species Exploration foi feito a partir de uma pré-seleção de 200 espécies - foram escolhidas as mais "fascinantes". A lista, segundo os cientistas, visa "chamar atenção à crise de biodiversidade e ao trabalho de exploradores e museus para descobrir e descrever os milhões de plantas, animais e micro-organismos com quem dividimos o planeta".

Abaixo está a listas das estrelas;

Rhinopithecus strykeri - cuja população está em declínio no mundo. Ele se destaca por seu nariz, seu pelo negro e barba branca, além do fato de que espirra quando chove.

água-viva é tão bonita quanto venenosa, e seu nome, Tamoya ohboya, foi escolhido em referência à exclamação "Oh boy!", um grito de dor feito por quem encostar nela 


Halicephalobus mephisto, "verme do diabo", o organismo multicelular que vive nas profundezas da Terra, foi descoberto em uma mina de ouro sul-africana e é capaz de suportar altas temperaturas.

Bulbophyllum Nocturnum  orquídea é uma espécie rara da Papua-nova Guiné que só abre à noite e se fecha quando chega a manhã 


 Hymenoepimecis  - Vespa parasita voa a apenas um centímetro acima do chão, em busca de formigas. Ataca em um breve "mergulho" e deposita seus ovos em menos de 1/20 de um segundo.

Este cogumelo foi denominado Spongiforma squarepantsii, em homenagem ao personagem de desenho Bob Esponja (SpongeBob SquarePants, no original em inglês) e por se parecer mais com uma esponja do que com um fungo. Tem cheiro de fruta e foi descoberto nas florestas de Bornéu e da Malásia. 

Esta flor de papoula pode ter passado muito tempo sem ser identificada porque habita as altas montanhas do Nepal. É chamada Meconopsis autumnalis porque floresce no outono.

Archispirostreptus gigas, milípede gigante, do tamanho de uma salsicha, é o mais largo de sua espécie de que se tem notícia: 16 centímetros e 56 patas. Foi encontrada na Tanzânia 


Esta espécie parece mais um "cáctus ambulante" do que um animal, por isso foi batizada de Diania cactiformis. Pertence a um extinto grupo de animais com forma de verme e múltiplos pares de patas. Seu fóssil foi descoberto em depósitos cambrianos de 520 milhões de anos, no sudoeste da China 

Chromatopelma cyaneopubescens, tarântula de pêlo azul é a primeira espécie brasileira a fazer parte da lista. 

fonte: uol.com.br/ wkipedia/

MATA ATLÂNTICA -2


Desmate na mata atlântica cai 58%; restam 7,9% da área original
Pela extensão que ocupa do território brasileiro, a Mata Atlântica apresenta um conjunto de ecossistemas com processos ecológicos interligados.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

7 MARAVILHAS NATURAIS


Depois das sete maravilhas do mundo moderno, é a vez das sete maravilhas naturais do mundo. São lugares que não foram feitos pelo homem e que mantém  uma beleza exuberante.......

domingo, 27 de maio de 2012

DICAS PARA AJUDAR O MEIO AMBIENTE E ECONOMIZAR DINHEIRO

Como você pode ajudar a preservar os recursos naturais e economizar dinheiro
O chuveiro elétrico é um dos aparelhos que mais consome energia. O ideal é evitar seu uso em horários de maior consumo (de pico): entre 18h e 19h30min e, no horário de verão, entre 19h e 20h30min.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

SECA NORDESTINA - BRASIL


Falar em seca no Nordeste não é novidade para o sertanejo. Nesses mais de 500 anos de Brasil descoberto por portugueses, o semiárido nordestino chegou a 72ª grande estiagem, segundo relatos históricos da ASA (Articulação do Semiárido). 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

DETALHES NA CONSTRUÇÃO QUE FAZEM A DIFERENÇA

“Construção ecológica”, “construção sustentável”, “arquitetura bioclimática”. Todos estes conceitos estão relacionados a uma ocupação inteligente do espaço construído de forma harmônica com o meio ambiente. Entretanto, cada um tem suas particularidades e seus focos de trabalho diferenciados. .....

terça-feira, 22 de maio de 2012

PESQUISADORES DIZEM TER RESOLVIDO MISTÉRIO DE ELEVAÇÃO DO MAR


A extração massiva de águas subterrâneas pode resolver um mistério relacionado à elevação dos níveis do mar nas últimas décadas, pesquisadores japoneses informaram neste 20/05/2012.
Especialistas estimam que os níveis globais do mar tenham aumentado, em média, 1,8mm p/ano de 1961 a 2003, mas a grande questão é o quanto disso pode ser atribuído ao aquecimento global.
Um relatório de 2007 divulgado no Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da ONU, o IPCC, atribuía a elevação de 1,1mm p/ano à expansão térmica dos oceanos e ao degelo das geleiras, calotas polares e calotas da Groenlândia e da Antártida. Os outros 0,7mm não têm origem atribuída e acabaram se tornando um mistério para vários cientistas, que se perguntavam se os dados estavam realmente corretos.
Em um estudo publicado no jornal “Nature Geoscience”, um time de pesquisadores liderado por Yadu Pokhrel, da Universidade de Tóquio, diz que a resposta está na água que é extraída dos aquíferos subterrâneos, rios e lagos, para o desenvolvimento humano, e nunca é reposta.
Eventualmente, essa água chega ao oceano por meio de rios e da evaporação, informa o estudo. A pesquisa afirma que a extração dessa água é um componente importante para resolver o mistério da elevação dos níveis do ar.
“O uso insustentável das águas subterrâneas, represas artificiais, armazenamento terrestre de água causado pelo clima e a perda de água de bacias fechadas contribuíram para o aumento dos mares de 0,77mm/ano de 1961 a 2003, cerca de 42% do aumento observado”, diz a pesquisa.
O estudo pretende preencher uma das lacunas na complexa ciência das mudanças climáticas. Os pesquisadores admitem que existem muitas incógnitas sobre as maneiras com as quais os oceanos respondem ao aquecimento, e uma delas é relacionada ao aumento dos níveis do mar.
Mesmo que pequeno, um aumento repetido ano após ano pode, eventualmente, causar um impacto dramático nas localizações que são vulneráveis a tempestades ou ao influxo de água salgada nos aquíferos e campos costeiros.
O estudo divulgado em 2007 pelo IPCC revela que os oceanos se elevarão algo entre 18 e 59cm até o final do século. Apesar disso, a estimativa não leva em consideração às águas derretidas das calotas da Groenlândia e da Antártida.
Uma pesquisa publicada no ano passado pelo Projeto de Monitoramento e Avaliação do Ártico afirma que os níveis do mar subirão, pelas tendências atuais de derretimento de 90cm a 1,6 m até 2100. 




fonte: ambientebrasil.com.br

segunda-feira, 21 de maio de 2012

ONU LISTA 56 RECOMENDAÇÕES PARA UM MUNDO SUSTENTÁVEL


A ONU lançou no dia18/05/2012, no Rio, a versão em português de um relatório com 56 recomendações para que o mundo avance em direção ao desenvolvimento sustentável.
O documento, elaborado por 22 especialistas ao longo de um ano e meio, traz sugestões mais ousadas do que aquelas que devem ser acordadas na Rio+20.
Entre as propostas estão o fim dos subsídios aos combustíveis fósseis e a precificação do carbono, com a cobrança, por exemplo, de impostos sobre as emissões de gases do efeito estufa.
Outras medidas sugeridas são a criação de um fundo apoiado por governos, ONGs e empresas para garantir acesso universal à educação primária até 2015 e a inclusão dos temas consumo e desenvolvimento sustentável nos currículos escolares.
As recomendações são divididas em três grupos, de acordo com seus objetivos principais.
  1. O primeiro visa a capacitar as pessoas a fazerem escolhas sustentáveis;
  2. O segundo, a tornar a economia sustentável;
  3. O terceiro, a fortalecer a governança institucional para o Desenvolvimento sustentável;
O documento completo pode ser acessado pelo site http://www.onu.org.br/docs/gsp-integra.pdf

(Fonte: ambientebrasil.com.br/)

domingo, 20 de maio de 2012

TIJOLOS DE LIXO ORGÂNICO


Tijolos orgânicos podem ser até 50% mais baratos que os convencionais.
Produção sustentável pode servir de alternativa para o lixo doméstico.


Uma técnica desenvolvida em Araraquara (SP) permite que tijolos utilizados na construção civil sejam feitos a partir de lixo orgânico. O composto, desenvolvido por um químico local, pretende baratear a produção dos blocos de alvenaria, a partir da redução do uso de areia e concreto na composição dos tijolos. Além disso, o processo visa oferecer um destino sustentável ao lixo doméstico. O produto, segundo os desenvolvedores, é inodoro e livre de germes.
Segundo o químico que desenvolveu a técnica, Marcelo dos Santos, o custo para a fabricação de cada tijolo com a nova composição pode cair pela metade, já que o produto originado pelo lixo doméstico é autossustentável e pode substituir até 50% da areia e 30% do concreto utilizados na produção convencional.
“O lixo chega como sai da casa das pessoas, dentro do saco plástico, e separamos os detritos do material reciclável, que é vendido para uma cooperativa e com o dinheiro pagamos a produção”, afirma.
No mercado, o tijolo orgânico custaria R$ 0,70, frente aos R$ 1,20 do bloco convencional.
Processo – Após a separação, o lixo orgânico passa por um triturador e é fragmentado. “O material fica moído e depois vai para um misturador, onde uma composição química é acrescentada a ele”, explica Santos.

A composição, patenteada pelo químico, é responsável por esterilizar o material orgânico, livrando-o de bactérias, vírus, fungos ou vermes capazes de produzir doenças infecciosas, e deixa-o inerte, evitando que polua o ambiente. O produto foi desenvolvido após dois anos de pesquisa, realizada durante os estudos de mestrado de Santos.
Depois do processo de mistura, a massa pastosa passa por uma máquina peletizadora, onde é dividido em pequenos pedaços, com aparência de ração animal. No mercado, uma máquina deste tipo custa em torno de US$ 100 mil, mas o químico produziu a estrutura pelo equivalente a R$ 2,5 mil, com ajuda de seu sócio, o metalúrgico e sociólogo José Antônio Masoti. “Levamos um ano para construir a fábrica piloto, com material até de ferro velho e gastamos em torno de R$ 80 mil em tudo”, comenta Masoti.
A composição em pedaços, então, é levada para um forno e passa por secagem para a última etapa da produção do material orgânico, que será utilizado na produção dos tijolos. Em um moinho, o produto é transformado em pó, para poder ser acrescentado na produção dos blocos de concreto.

Toda a produção do composto orgânico para ser incrementado na fabricação dos tijolos está sendo feita em caráter de testes no fundo da metalúrgica de Masoti e o pó ainda não é utilizado oficialmente, já que aguarda credenciamento. “Levamos os blocos pilotos para serem testados em uma empresa da cidade credenciada pelo Inmetro, mas um teste oficial precisaria de uma grande amostragem para ser realizado”, explica Santos.
Entretanto, os protótipos produzidos com 30% da quantidade normal de areia e 20% de concreto atingiram resistência equivalente ao dobro do exigido pelo Inmetro. Novos testes serão feitos pela Universidade de São Paulo (USP), de São Carlos, nesta semana, para ajudar no credenciamento da técnica.
“Nossa intenção é levar adiante a ideia de sustentabilidade na produção dos tijolos e ajudar na construção de casas populares e ainda dar um bom destino para o lixo que produzimos”, comenta Santos. 

Fonte:ambientebrasil.com.br

sábado, 19 de maio de 2012

TURISMO X IMPACTO


O impacto do turismo leva a necessidade de partir para uma ação, complexa: o estudo, o planejamento e a educação.

INTRODUÇÃO
Cidades que têm no turismo a grande força de sua economia chegam a triplicar a sua população em épocas de alta temporada, e a produção de lixo, consequentemente, aumenta na mesma proporção. Toda a sua importância para a economia, encontra de forma cada vez mais contundente. Estudar os impactos do turismo no meio ambiente é, principalmente,  avaliar as consequências de algumas ações para que possa haver a prevenção da qualidade de determinado ambiente que poderá sofrer a execução de certos projetos ou ações turísticas, ou logo após a implementação dos mesmos no meio. O estudo do impacto ambiental é destinado a identificar e interpretar, assim como prevenir, as consequências ambientais ou os efeitos que podem causar à saúde e ao bem-estar do homem e ao entorno, ou seja, os ecossistemas em que o homem vive e de que depende. Deve-se levar em consideração que nosso planeta é composto por muitos ecossistemas e ambientes com características próprias, não podendo haver um padrão único para o estudo. Assim não existe uma relação do ser humano sem o meio. É impossível o homem viver nesse planeta sem transforma-lo, seja ele o ambiente natural ou artificial. De acordo com RUSCHMANN (2003), há um grande fluxo de turistas que procura afastar-se do estresse e da falta de "verde", típicos da vida urbana, o que pode resultar em um comportamento alienado em relação ao meio que visita. Os turistas não possuem uma "cultura turística" e entendem que seu tempo livre é sagrado e que por isso, têm o direito de usufruir pelo que pagaram não se sentindo responsáveis pela degradação do meio ambiente.
A relação entre turismo e meio ambiente é indiscutível, uma vez que o último constitui a matéria-prima da atividade turística. O meio ambiente é um elemento e um ingrediente mais fundamental do produto turístico que não tem preço fixado dentro de um sistema de mercado e, como tal, sempre será superexplorado.
Crescimento do Turismo
O acelerado crescimento do turismo nos anos 50 e o aperfeiçoamento do homem em relação à natureza fizeram com que o processo de degradação ambiental aumentasse. Os indicadores apontam para um crescimento contínuo da atividade, e consequentemente, os impactos sobre o meio ambiente também se intensificarão. Com o grande aumento da indústria turística a necessidade de aumentar e instalar a infraestrutura; como os meios de hospedagens, restaurantes, saneamento básico, etc., foi em sua maioria de forma inadequada sem saber os seus efeitos sobre o ambiente local. Entretanto, no momento em que a atividade turística acontece, o ambiente é inevitavelmente modificado. Os impactos ambientais advindos do turismo se dão devido às modificações e transformações que essa atividade ocasiona no meio natural. São resultados de um processo de interação complexo entre os turistas, as comunidades e os meios receptores e não de uma causa específica. Em ambientes naturais estão associados tanto à colocação de infraestrutura nos territórios para que o turismo possa acontecer com a circulação de pessoas. Os meios de hospedagem edificados em áreas não urbanizadas bem como outras infraestruturas a eles associados podem representar riscos importantes de desestabilização dos ecossistemas em que se inserem.  A infraestrutura é um componente importante para o turismo, mas sua estreita relação entre os projetos turísticos e a qualidade do meio ambiente faz com que os impactos ambientais negativos destes empreendimentos causem degradação ao meio ambiente.
Principais impactos negativos dos projetos turísticos:
·Aumento da geração de resíduos sólidos;
·Aumento da demanda de energia elétrica;
·Aumento do tráfego de veículos, com consequência redução da qualidade do ar;
·Assoreamento da costa, devido às ações humanas, com destruições de corais;
·Aumento da utilização e da necessidade de abastecimento de água potável;
·Alteração sobre o estilo de vida das populações nativas;
·Aumento sazonal de população com diversas implicações sobre a área afetada, sua infraestrutura e sua população nativa;
·Contaminação da água dos rios e mares, devido ao aumento de esgotos não tratados;
·Degradação da flora e fauna local, devido aos desmatamentos, caça e pesca predatória;
·Deslocamento e marginalização das populações locais;
·Degradação da paisagem, devido à construção inadequadas de edifícios;
·Necessidade de implantação de obras de infraestrutura causadoras de impactos negativos, tais com: estradas, sistemas de drenagem, aterros com grande movimentação de terra;
Exploração desordenada do turismo
No entanto se faz necessário uma exigência simples de avaliação dos impactos ambientais antes do futuro empreendimento atuar na localidade através do Estudo dos Impactos Ambientais(EIA). Com os estudos já regulamentados seguindo o mesmo roteiro e o diagnóstico da área a ser implantada pelo empreendimento, principalmente pelo meio antrópico, e prognóstico dos impactos positivos e negativos que serão causados pelo projeto para que não haja tantos danos abrasivos.
Quanto aos impactos ambientais decorrentes da exploração desordenada e mal planejada, destacam-se três, sob a ação direta da sua utilização.
Fauna - Os impactos em relação à fauna ainda não são bem conhecidos, mas sabe-se que existe uma alteração quanto ao número de espécies, tendo um aumento das espécies mais tolerante a presença do homem, uma diminuição aos mais sensíveis.
Solo - Os principais impactos causados ao solo são: a compactação e a redução da capacidade de retenção de água pelo solo, alterando assim a capacidade de sustentar a vida vegetal e animal do ambiente, seguido pela erosão.
Vegetação - Os impactos causados levam a extinção local de plantas por choque mecânico direta ou indiretamente causado pela compactação do solo. A erosão deixa de maneira exposta às raízes das plantas comprometendo sua sustentação e tornando-as vulneráveis a contaminação de suas raízes por pragas, além das alterações que ocorrem no ambiente.
Verifica-se que os impactos negativos do turismo sobre o meio ambiente natural podem superar os impactos positivos causados pelo mesmo:
Como poluição sonora, lixo e resíduos sólidos, degradação de ecossistemas frágeis, perda da biodiversidade, compactação dos solos resultante do pisoteamento,  perda da cobertura vegetal e do solo, aceleramento de processos erosivos,  fuga da fauna nativa, entre outros. É devido a estes motivos que há necessidade de cuidados para o bom andamento da atividade turística. Visto que resultados irreversíveis podem comprometer as áreas de visitação, pois a demanda desta modalidade turística busca ambientes conservados, mais próximos do natural possível.
Para isso, é de suma importância que ocorram reflexões e discussões sobre os impactos oriundos da atividade turística sobre o patrimônio natural, apontando propostas para  minimizar os impactos negativos e  aperfeiçoar os impactos positivos. É importante deixar claro que o turismo não apenas traz impactos negativos, existem vantagens em se desenvolver a atividade. E é por este motivo que a atividade deve ser bem conduzida e planejada. Desta forma, são necessários estudos que busquem minimizar ao máximo a degradação ambiental das áreas receptoras. Para os estudos de impactos, é de relevante importância que sejam feitas análises das situações e de aspectos específicos, de forma isolada, a fim de obter resultados mais precisos. Posteriormente, é ideal que seja feito uma análise sobrepondo todas as informações adquiridas, de modo a contribuir positivamente para a recuperação da área e para prevenção de futuros problemas.
Impactos ambientais negativos 

 O Turismo e o Meio Ambiente possuem uma estreita relação de dependência. Toda atividade turística necessita de um ambiente para acontecer, e esse ambiente seja ele natural ou não, sofre um processo de descaracterização em seu cenário natural pela ação humana.  Assim que a atividade turística ocorre, o ambiente é inevitavelmente modificado, seja para facilitar o turismo, seja através do processo de produção do turismo. A natureza é essencial para o desenvolvimento da atividade turística, e sem dúvida desperta fascínio nas pessoas, que buscam no contato com a mesma, recuperar suas energias e aliviar as tensões do dia a dia. A estreita relação entre os projetos turísticos e a qualidade do meio ambiente faz com que os impactos ambientais negativos destes empreendimentos causem a degradação dos mesmos ambientes, dos quais depende o êxito dos projetos, reduzindo os seus benefícios. A atividade turística vem ocasionando impactos danosos ao meio ambiente, principalmente no que se refere às zonas litorâneas. Cada vez mais procuradas por turistas, no qual acabam por desencadear uma corrida pela expansão imobiliária, destacando a presença de grandes empreendimentos turísticos na costa, através do uso e ocupação de maneira desordenada trazendo consigo danos irreversíveis ao meio ambiente. Mas apesar de todos os problemas causados por uma atividade turística mal planejada, não podemos atribuir ao turismo todos os danos causados ao meio ambiente, pois nem só de impactos negativos vive o turismo ele também tem seus impactos positivos.
Impactos ambientais positivos  
De certa forma os impactos negativos do turismo sobre o meio ambiente ainda superam os impactos positivos. Não é possível desenvolver turismo sem que ocorram impactos ambientais, mas é possível, com o planejamento correto, gerenciar o desenvolvimento do turismo com o objetivo de minimizar os impactos negativos, ao mesmo tempo em que se estimulam os impactos positivos. Mas quando a atividade turística acontece, ela traz consigo pontos positivos e melhorias, como por exemplo:
1. Contribui para a conservação dos animais ameaçados;
2. Leva ao aperfeiçoamento do planejamento e do gerenciamento ambiental;
3. Contribui para o aumento da consciência ambiental;
4. Auxilia na obtenção de recursos para a preservação;
5. Contribui na geração de fontes de renda alternativas;
6. Constitui uma alternativa de exploração econômica das áreas protegidas;
7. Estímulo para a conservação dos recursos naturais que em alguns casos favorece a qualidade ambiental.
O meio ambiente é praticamente a base do turismo, pois é baseado nos atrativos naturais, na busca pelo desconhecido, da aventura, de novas culturas, que o homem sente a necessidade de deslocar-se para outros lugares, utilizando- se do ambiente natural, o que leva ao processo de degradação do mesmo. É nesse momento que surge o conceito de Turismo Sustentável. 
Turismo sustentável O homem sempre teve uma estreita relação com o meio ambiente, pois desde a sua evolução ao longo da história utiliza-se dos recursos naturais para sua sobrevivência. Com o passar dos anos o esgotamento dos recursos naturais trouxe a tona o problema da degradação ambiental, que fez com que se despertasse um maior compromisso com a preservação e conservação dos ecossistemas por parte da sociedade. O turismo é um fenômeno que traz mudanças ao meio ambiente natural e construído, tal afirmativa levou a uma reflexão sobre os impactos ocasionados ao meio ambiente e a ideia de sustentabilidade. A Organização Mundial do Turismo (OMT) define turismo sustentável como aquele que: Atende às necessidades dos turistas atuais e das regiões receptoras, e ao mesmo tempo protege e fomenta as oportunidades para o futuro. O desenvolvimento sustentável do turismo se concebe como um caminho para a gestão de todos os recursos de forma que possam satisfazer-se as necessidades econômicas, sociais e estéticas, respeitando ao mesmo tempo a integridade cultural, os processos ecológicos essenciais, a diversidade biológica e os sistemas que sustentam a vida. O desenvolvimento sustentável do turismo está baseado num equilíbrio harmônico entre três dimensões: a econômica, a sociocultural e a ambiental. O turismo deve levar em consideração permanentemente seus efeitos positivos e negativos nas três dimensões descritas anteriormente. O crescimento do interesse dos turistas pelos ambientes naturais tem elevado as preocupações sobre os impactos gerados pela atividade, porque a maior parte dos lugares que despertam a curiosidade dos viajantes é frágil, finita e apresenta de modo geral, alto valor conservacionista. Para atingir a sustentabilidade no turismo, é imprescindível a participação do estado e a existência de planejamento.

download de livros grátis sobre turismo - clique AQUI

REFERÊNCIAS
CRUZ, Rita de Cássia Ariza da. Introdução a geografia do turismo. São Paulo: Roca, 2001.
RUSCHMANN, Doris.Turismo e Planejamento Sustentável: a proteção do meio ambiente.10. ed. Campinas, SP : Papirus, 2003.
Turismo sustentável e alívio da pobreza no Brasil: reflexões e perspectivasMinistério do Turismo

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O QUE É RIO + 20..



Em junho/2012, o Brasil sediará a Rio+20, conferência da ONU que reunirá líderes do mundo - líderes dos 193 Estados que fazem parte da ONU- além de representantes de vários setores da Organização para discutir meios de transformar o planeta em um lugar melhor para se viver. Uma grande responsabilidade, não é mesmo? 
O evento será realizado no Rio de Janeiro, 20 anos depois da Eco92. Este evento rendeu a criação de vários documentos importantes - como a Agenda 21, a Carta da Terra e as Convenções do Clima e da Diversidade Biológica -, 
 
A Rio+20 não é um evento sobre meio ambiente, e sim sobre  desenvolvimento sustentável. O objetivo da Conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes.

Objetivos específicos
– Historiar os acordos internacionais que têm marcado o debate rumo a uma economia verde.
– Caracterizar o cenário mundial e brasileiro em termos de interesses econômicos, sociais e ambientais em debate na Rio + 20.
– Identificar as dificuldades encontradas para a transição para uma economia verde e compreender suas causas.
– Avaliar os limites que o modelo econômico atual apresenta em termos de sustentabilidade ambiental e social. 
– Debater sobre os principais avanços alcançados através da Rio + 20.


PARA SABER MAIS CLIQUE AQUI

quarta-feira, 16 de maio de 2012

POLUIÇÃO VISUAL


QUE É A POLUIÇÃO VISUAL?
Dá-se o nome de poluição visual ao excesso de elementos ligados à comunicação visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners, totens, placas, etc.) dispostos em ambientes urbanos, especialmente em centros comerciais e de serviços.
Acredita-se que, além de promover o desconforto espacial e visual daqueles que transitam por estes locais, este excesso enfeia as cidades modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas um espaço de promoção do fetiche e das trocas comerciais capitalistas. Acredita-se que o problema, porém, não é a existência da propaganda, mas o seu descontrolo.
Apesar de ser considerada por alguns como uma expressão artística, o grafite pode contribuir para a degradação visual de área da cidade.
Também é considerada poluição visual algumas atuações humanas sem estar necessariamente ligada a publicidade tais como o grafite, pichações, fios de eletricidade e telefônicos, as edificações com falta de manutenção, o lixo exposto não orgânico, e outros resíduos urbanos.
EFEITOS
A poluição visual degrada os centros urbanos pela não coerência com a fachada das edificações, pela falta de harmonia de anúncios, logótipos e propagandas que concorrem pela atenção do espectador, causando prejuízo a outros, etc. O indivíduo perde, em certo sentido, a sua cidadania (no sentido de que ele é um agente que participa altivamente da dinâmica da cidade) para se tornar apenas um espectador e consumidor, envolvido na efemeridade dos fenômenos de massas. A profusão da propaganda na paisagem urbana pode ser considerada uma característica da cultura de massas pós-moderna.
Certos municípios, quando tentam revitalizar regiões degradadas pela violência e pelos diversos tipos de poluição, baixam normas contra a poluição visual, determinando que as lojas e outros geradores desse tipo de poluição mudem suas fachadas a fim de tornar a cidade mais harmônica e esteticamente agradável ao usuário.
PREJUÍZOS
Uma das maiores preocupações sobre a poluição visual em vias públicas de intenso tráfego, é que pode concorrer para acidentes automobilísticos. Muitos países possuem legislações específicas para controlo de sinalizações em diversas categorias de vias. Os psicólogos afirmam que os prejuízos não se restringem a questão matéria, ocorre também na saúde mental dos usuários, na medida em que sobrecarrega o indivíduo de informações desnecessárias.
As grandes cidades apresentam um grande número de cartazes publicitários, os quais, juntamente com a concentração de edifícios, carência de áreas verdes e a inexistência de recantos naturais, constituem uma poluição visual que degrada o meio ambiente.As prefeituras inauguram uma praça e logo a seguir espeta uma imensa placa no meio dela com o intuito de divulgar obras ou atividades culturais. Uma verdadeira aberração visual. Gasta-se dinheiro com jardim para escondê-lo atrás de placas. Em alguns casos a poluição visual coloca em risco a vida das pessoas já que muitas faixas e propagandas são colocas em cruzamentos de avenidas confundindo com suas cores vermelhas a sinalização de trânsito. Os centros comerciais, principalmente as ruas chamadas de shopping a céu aberto, são verdadeiras parafernálias visuais. Hoje a poluição chega aos meios de transporte. As traseiras dos ônibus são verdadeiros out dor ambulantes que em alguns casos tiram a atenção dos motoristas com propagandas apelativas.
CONCEITO GERAL DE POLUIÇÃO
 A poluição visual, como todo tipo de poluição, é uma forma de agressão a o ambiente, provocando danos e aos seres vivos que resida ou frequente esse ambiente. A Legislação vigente faz referência ao termo poluição e descreve as causas que classifica determinada ação como efeito poluidor.  Como parte essencial da faculdade da União de legislar sobre o tema em pauta está a definição do que é poluição, definição esta expressa pelo inciso III do art. 3º da Lei nº. 6.938, de 31 de agosto de 1981:
“Art. 3º Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:
“III - poluição, a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:
a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos;”(LEI Nº. 6.938/81, que “dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente”.)  (CONAMA – 1981).   
Como a poluição visual não emite matérias apenas energia, quando se trata de publicidade que se utilizam efeitos luminosos.  Parodiando a definição de poluição ambiental, podemos dizer que Poluição Visual é o limite a partir do qual, o meio não consegue mais digerir os elementos causadores das transformações em curso, e acaba por perder as características naturais que lhe deram origem. No caso, o meio é a visão, os elementos causadores são as imagens, e as características iniciais, seria a capacidade do meio de transmitir mensagens.
A PUBLICIDADE E A POLUIÇÃO VISUAL
A poluição visual é produzida por excessivas fontes de publicidades que podem modificar a paisagem nas cidades, causando transtornos à saúde mental das pessoas que vivem ou trafegam na via urbana. Por outro lado, os prédios e monumentos históricos perdem sua importância, pois ficam escondidos devido a exposição em excesso de materiais publicitários.  Para Moreira (2000) a poluição visual, por sua vez, está ligada à exploração do espaço urbano pela publicidade. Outdoors, placas, cartazes, banners, painéis eletrônicos, faixas, tabuletas e luzes ocupam o horizonte visual, causando cansaço e irritabilidade entre as pessoas que circulam diariamente na cidade.
POLUIÇÃO E CONSCIÊNCIA POLÍTICA
Além da publicidade cotidiana, produzida pelo comércio, existe a publicidade temporária, feita para um determinado tempo, a exemplo da propaganda eleitoral. Os cartazes com fotos, nomes e números de candidatos sempre surgem colados em paredes ou muros residenciais, em postes de iluminação pública, ao lado de placas de utilidade  pública, como é caso dos sinais de trânsito, causado grandes confusões a motoristas e pedestres. Apesar de a Justiça Eleitoral exercer um forte controle sobre esse tipo publicidade, vivencia-se, ainda, a violação das normas que regem a Lei que disciplina a publicidade eleitoral.  


http://bd.camara.gov.br/ http://eduep.uepb.edu.br/: http://www.divisão/leia/polui1.html/
www.vitruvius.com.br/arquitextos/