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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

ÁRVORES PARA CALÇADAS, JARDINS E PRAÇAS




Árvores são especiais e fundamentais nas ruas, avenidas, jardins e praças. Pois, além de embelezar, elas possuem um importantíssimo papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam. Além dessa importante característica, elas também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar e ainda fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves.

São inúmeros benefícios que não param por aqui, pois ainda poderia citar a produção de oxigênio, proteção contra ventos, fixação de carbono, etc. Mas não podemos esquecer que a escolha correta da espécie para o plantio em calçadas é fundamental.
Primeiramente, se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, praça ou jardim deve procurar a prefeitura. Muitas delas têm um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Normalmente, você pode solicitar o plantio, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal. Mas é muito importante prestar atenção na escolha da árvore. O plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como por exemplo: tubulações de água e esgoto estourados; calçadas levantadas; problemas na rede elétrica; galhos que ameaçam cair a qualquer momento; frutos pesados que caem sobre carros; ramos espinhentos que atrapalham os pedestres; sujeira e mal cheiro advindo de frutos; folhas ou flores caídos; entre muitas outras situações desagradáveis e perigosas.E o pior é que geralmente não podemos fazer muita coisa. Na maioria dos casos o corte ou poda é permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica. Cortar uma árvore sem autorização pode lhe render multas pesadas e, dependendo da espécie, ser considerado crime ambiental. Você terá que solicitar o serviço e aguardar que aprovem. Então escolha bem. Uma árvore é para além da vida. As espécies que alcançam até 10 metros são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem ser plantadas em calçadas sem fiação.


  • Nome Científico: Euphorbia leucocephala
    Nomes Populares: Cabeleira-de-velho, Cabeça-branca, chuva-de-prata, Flor-de-criança, Leiteiro, Neve-da-montanha
    Família: Euphorbiaceae
    Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais
    Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
    Origem: América Central
    Altura: 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros
    Luminosidade: Sol Pleno
    Ciclo de Vida: Perene
    Durante o mês de maio, suas folhas verdes, ficam brancas, tornando-a linda e encantadora. Em junho suas folhas já voltam a coloração verde. É uma árvore de porte pequeno, que não atinge 3 metros. Não agride a calçada e nem prejudica a fiação elétrica. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, muito bem drenado, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. É tolerante a períodos de estiagem e situações de meia-sombra, mas floresce menos nestas condições.

Nome Científico: Tabebuia
Nome Popular: Ipê
Família: Bignoniaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Brasil
Altura: 6.0 a 9.0 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Os ipês são árvores de grande porte, com raízes profundas que não danificam as calçadas e exigem poucos cuidados. É muito usado como árvore decorativa devido à sua florescência colorida e anual. Gênero de árvores, em sua maioria nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes. Sua madeira é resistente e o florescimento exuberante nas cores amarelo, branco, rosa e roxo. Os ipês dependendo da espécie, são adequados para calçadas sem fiação elétrica.

Nome Científico: Jacaranda mimosaefolia
Nomes Populares: Jacarandá-mimoso, Carobaguaçu, Jacarandá
Família: Bignoniaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Continental, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Argentina
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Um verdadeiro clássico. Árvore decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas, praças e avenidas. Sua altura é de 8 a 15 metros. Suas raízes são profundas, não danificam calçadas e nem redes subterrâneas. Por atingir 15 metros, melhor ser plantada contra a rede elétrica.  No inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, que dão lugar as flores na primavera. Suas flores são duráveis, perfumadas e grandes, de coloração azul ou arroxeada. A floração se estende por toda a primavera e início do verão. Os frutos surgem no outono, são lenhosos, deiscentes e contém numerosas e pequenas sementes.

Nome Científico: Lagerstroemia indica
Nomes Populares: Resedá, Árvore-de-júpiter, Extremosa, Flor-de-merenda, Suspiros
Família: Lythraceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Índia
Altura: 3 a 9.0 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Perfeita para as calçadas, o resedá é uma arvoreta que não possui raízes agressivas, além de ter um belo florescimento. Suas folhas são elípticas, com bordas onduladas. O tronco é muito belo, liso, de tons claros, marmorizado. Seu porte chega a 6 metros de altura. As inflorescências, formadas ainda no inverno, contém inúmeras flores crespas de coloração rosa, branca, roxa ou vermelha, de acordo com a variedade. Devem ser cultivadas sob sol pleno em solo fértil.

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Nomes Populares: Manacá-da-serra, Cuipeúna, Jacatirão, Manacá-da-serra-anão
Família: Melastomataceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Brasil
Altura: 2 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O manacá-da-serra é uma árvore semi-decídua nativa da mata atlântica. Seu porte é baixo a médio, atingindo de 6 a 12 m de altura e cerca de 25 cm de diâmetro de tronco. É uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido e além da árvore, encontra-se disponível no mercado uma variedade anã, o manacá-da-serra-anão. Esta variedade, conhecida como ‘Nana’, alcança de 2 a 3 m de altura e é mais precoce, iniciando a floração com menos de meio metro. Com seu porte arbustivo, ela é apropriada para o uso isolado ou em grupos e renques. Sua floração ocorre no inverno, ao contrário da forma arbórea típica. Também pode ser conduzida em vasos. O manacá deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente por pelo menos um ano após o plantio no local definitivo.

Nome Científico: Ligustrum sinense
Nomes Populares: Ligustro-arbustivo, Alfeneiro-da-china, Ligustrinho, Ligustro, Ligustro-chinês
Família: Oleaceae
Categoria: Arbustos, Cercas Vivas
Clima: Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul
Altura: 1 a 4 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto bastante ramificado, compacto e rústico, de folhas pequenas. Ocorrem diversas variedades, de ramos mais ou menos eretos, e folhas azuladas, sendo que a mais comum em nossos jardins é a forma variegada. As flores brancas têm pouca importância ornamental. Sua utilização é ampla prestando-se muito bem para topiaria e cercas vivas, criando excelente contraste com outras plantas verdes. Devem ser cultivados em solo fértil, drenável, e sempre a pleno sol, isolados ou em grupos e composições. Tolerante ao frio e às geadas.

Nome Científico: Magnolia liliflora
Nomes Populares: Magnólia, Magnólia-roxa
Família: Magnoliaceae
Categoria: Arbustos, Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Continental, Mediterrâneo, Subtropical, Temperado
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 3 a 5 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto ou arvoreta de efeito espetacular, a magnólia é conhecida por emitir flores muito grandes, na maioria das vezes quando a planta já não apresenta mais folhas, em pleno inverno. O contraste formado por suas belas flores e o caule cinzento é esplendoroso. Deve ser cultivada sempre sob sol pleno, em solos férteis e permeáveis. A irrigação regular é indicada no primeiro ano de implantação e em estações secas. Aprecia o clima ameno, sendo indicada para os locais mais frios, clima subtropical e temperado.

Nome Científico: Bauhinia variegata
Sinonímia: Bauhinia chinensis, Bauhinia decora, Phanera variegata
Nomes Populares: Pata-de-vaca, Árvore-de-orquídeas, Árvore-orquídea, Casco-de-vaca, Casco-de-vaca-lilás, Pata-de-vaca-lilás, Mororó, Bauínia, Pé-de-boi, Pata-de-vaca-rosa
Família: Fabaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais, Medicinal
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, China, Índia, Vietnã
Altura: 6 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Por seu porte pequeno, rápido crescimento e beleza, a pata-de-vaca é uma espécie de eleição para o paisagismo urbano. Por não apresentar raízes agressivas, ela é ideal para calçadas, canteiros centrais e quintais pequenos, comuns às grandes cidades. Também é extensamente utilizada em parques e praças, além de áreas condominiais. Suas flores delicadamente perfumadas encantam e atraem a atenção. Por esse motivo, não raro é utilizada como ponto focal no paisagismo. Seu cruzamento com a Bauhinia purpurea, deu origem a um híbrido muito famoso, de flores pink, a Bauhinia x blakeana, conhecida também como Bauínia-de-hong-kong.

Nome Científico: Tibouchina granulosa
Nomes Populares: Quaresmeira, Flor-de-quaresma, Quaresmeira-roxa
Família: Melastomataceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Brasil
Altura: 9 a acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
 A quaresmeira é uma árvore de beleza notável, que encanta por sua elegância e exuberante floração. Seu porte geralmente é pequeno a médio. O tronco pode ser simples ou múltiplo, com diâmetro de 30 a 40 cm. A floração ocorre duas vezes por ano, no outono e na primavera. Mesmo quando não está em flor, a quaresmeira é ornamental. Sua copa é de cor verde escura, com formato arredondado, e sua folhagem pode ser perene ou semi-decídua, dependendo da variação natural da espécie e do clima em que se encontra. Por suas qualidades, ela é uma das principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil, podendo ornamentar calçadas, avenidas, praças, parques e jardins em geral. Seu único inconveniente é a relativa fragilidade dos ramos, que podem se quebrar com ventos fortes, provocando acidentes. Com podas de formação e controle, pode-se estimular seu adensamento e mantê-la com porte arbustivo.




Nome Científico: Tecoma stans
Nomes Populares: Ipê-de-jardim, Amarelinho, Bignônia-amarela, Carobinha, Guarã-guarã, Ipê-amarelo-de-jardim, Ipê-mirim, Ipêzinho-de-jardim, Sinos-amarelos
Família: Bignoniaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais, Plantas Daninhas
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Américas
Altura: 3 a 6 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

O ipê-de-jardim é uma arvoreta bastante ramificada. As inflorescências são terminais ou axilares, com muitas flores tubulares, amarelas, muito parecidas com as do Ipê-amarelo (Tabebuia spp). A floração é maior nos meses mais quentes, mas pode perdurar durante o outono. No paisagismo é apropriada isolada ou em grupos, formando renques. No entanto sua utilização é controversa, pois apesar de ser muito ornamental é considerada uma perigosa planta invasora, capaz de inutilizar pastagens e prejudicar a regeneração de áreas degradadas. Isto se deve à sua grande capacidade de produzir sementes viáveis e ao seu rápido crescimento. O ipê-de-jardim é uma planta muito rústica, e deve ser cultivada à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas nos períodos mais secos. Tolerante às geadas. 

Nome Científico: Erythrina speciosa
Nomes Populares: Mulungu-do-litoral, Corticeira, Eritrina, Eritrina-candelabro, Eritrina-vermelha, Mulungu
Família: Fabaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Brasil
Altura: 2 a 5 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Uma das mais belas árvores brasileiras, o mulungu-do-litoral, apresenta inflorescência em forma de candelabro, composta de flores de coloração vermelho-vivo, muito atrativa para os beija-flores. O tronco é espinhento e a madeira é leve, mole e pouco durável. As folhas são grandes, em formato de losango e caem no inverno, desta forma a árvore permanece destituída de folhagem durante a floração. O florescimento ocorre no final do inverno e início de primavera. Nativa da mata atlântica, ela aprecia a umidade, vegetando bem em terreno brejosos, à beira de rios e no litoral. Tem excelente efeito paisagístico, pois além da beleza singular, produz boa sombra no verão e permite a passagem de luz no inverno. Seu porte é de 3 a 5 metros de altura. Deve ser cultivada a pleno sol, em solos férteis e úmidos, preferencialmente ricos em matéria orgânica

Nome Científico: Caesalpinia pulcherrima
Nomes Populares: Flamboianzinho, Ave-vermelha-do-paraíso, Baio-de-estudante, Barba-de-barata, Chagas-de-jesus, Chagueira, Flamboyam-de-jardim, Flamboyanzinho, Flamboyãzinho, Flor-de-pavão, Flor-do-paraíso, Orgulho-de-barbados, Poinciana-anã, Vaio-de-estudante
Família: Fabaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América Central, Antilhas
Altura: 1 a 4  metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O flamboianzinho é um arbusto ou arvoreta perene, muito popular no paisagismo tropical. Ele apresenta caule lenhoso, ereto, ramificado e cheio de espinhos. Suas folhas são grandes e bipinadas, de coloração verde, com numerosos folíolos ovalados. As inflorescências são terminais, em rácemo, compostas por flores vermelhas, vermelho-alaranjadas, vermelho-rosadas ou amarelas, de acordo com a variedade, todas caracterizadas por longos estames. A floração ocorre na primavera e verão. Os frutos são do tipo legume e surgem no outono. Este arbusto de rápido crescimento é apropriado para o plantio em maciços ou grupos lineares, formando excelentes cercas vivas informais. Alguns povos usam a planta como medicinal, com propriedades antiinflamatórias, mas deve-se ter muito cuidado com o flamboianzinho pois é uma planta tóxica, inclusive abortiva.


Nome Científico: Campomanesia phaea.
Nomes Populares: Cambuci, cambucizeiro. O nome tem origem na língua indígena, que devido o formato do fruto significa pote de água.
Família: Myrtaceae.
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial,  Tropical
Origem: Brasil Mata Atlântica
Altura: 3 a 5 metros
Luminosidade: Sol pleno, meia-sombra.
Ciclo de Vida: Perene 

Principalmente quando jovem mantenha o solo úmido, mas não encharcado, após adulta regar somente no caso de estiagens prolongadas.
Aprecia clima quente a temperado, não tolera frio intenso. Não é necessária poda, apenas retirada de ramos secos e mau formados e poda de formação com a retirada de brotações laterais. Cultivo não é exigente em relação ao solo, mas prospera melhor nos ricos em matéria orgânica. Além de ter frutos que são utilizados no preparo de diversas iguarias é também uma bonita árvore ornamental de folhas perenes. Tem várias propriedades medicinais. A árvore possui flores grandes e brancas, mas sem dúvidas, seu principal destaque são os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.

Nome Científico: Eugenia uniflora
Sinonímia: Eugenia brasiliana, Eugenia costata, Eugenia indica, Eugenia lacustris, Eugenia michelii, Eugenia microphylla, Eugenia parkeriana, Stenocalyx affinis, Stenocalyx brunneus, Stenocalyx dasyblastus, Stenocalyx glaber, Stenocalyx impunctatus, Stenocalyx lucidus, Stenocalyx michelii, Stenocalyx strigosus, Stenocalyx uniflorus, Myrtus brasiliana, Plinia pedunculata, Plinia rubra
Nomes Populares: Pitanga, Pitangueira, Cerejeira-brasileira, Ginja, Pitanga-branca, Pitanga-do-mato, Pitanga-rósea, Pitanga-roxa, Pitangueira-miúda, Pitangueira-vermelha, Pitanga-vermelha, Pitangueira, Pitangueira-comum
Família: Myrtaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Árvores, Árvores Frutíferas, Árvores Ornamentais, Cercas Vivas
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Semi-árido, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: América do Sul, Argentina, Brasil, Uruguai
Altura: 2 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
A pitangueira é uma árvore ou arbusto frutífero e ornamental, nativo da mata atlântica e conhecido principalmente pelos frutos doces e perfumados que fazem parte da cultura dos brasileiros. O nome “pitanga” é de origem tupi e significa vermelho-rubro, uma alusão à cor dos frutos maduros. Além de suas qualidades como frutífera, a pitangueira é decorativa. Seu caule tortuoso e os galhos intensamente ramificados, com folhas miúdas, chamam a atenção, sendo muito apreciados em jardins residenciais. Na mesma árvore, o fruto poderá ter desde as cores verde, amarelo e alaranjado até a cor vermelho-intenso, de acordo com o grau de maturação. A copa globosa é dotada de folhagem perene. Seu fruto tem a forma de bolinhas globosas e carnosas.


Nome Científico: Myrciaria cauliflora
Nomes Populares: Jabuticaba, Fruita, Jaboticaba, Jaboticabeira, Jabuticaba-açu, Jabuticaba-do-mato, Jabuticaba-paulista, Jabuticaba-preta, Jabuticaba-sabará, Jabuticabeira
Família: Myrtaceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem:, Brasil
Altura: 4 a + 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
A jabuticabeira é uma árvore nativa da Mata Atlântica, conhecidas por seus deliciosos frutos. Seu tronco é bastante ramificado e de casca lisa, que se renova anualmente após a frutificação. Na primavera surgem do tronco numerosas flores brancas, que cobrem quase toda sua extensão. Este processo ocorre simultaneamente à queda das folhas, modificando completamente a aparência da árvore. Após a polinização, as flores gradativamente vão sendo substituídas por pequenos frutos verdes, esféricos, que tornam-se vermelhos e depois negros, quando completamente amadurecidos. A jabuticabeira é uma árvore de crescimento lento, que demanda cerca de 10 anos para sua primeira frutificação. Mas quando começa não para mais e sua produtividade cresce a cada ano. Quando adulta ela pode alcançar cerca de 15 metros de altura e apresenta copa em formato piramidal. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos férteis, profundos e ricos em matéria orgânica.

Nome Científico: Morus nigra
Nomes Populares: Amoreira-negra, Amora, Amora-negra, Amora-preta, Amoreira, Amoreira-do-bicho-da-seda, Amoreira-preta
Família: Moraceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas, Medicinal
Clima: Continental, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia
Altura: 3 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
A amoreira é um árvore decídua, cujo fruto, a amora, é apreciado no mundo todo. Apesar de ser frutífera, a amoreira não deixa de ser ornamental. Sua copa é ampla, fornecendo sombra fresca no verão e permitindo a passagem de luz no inverno, com a queda das folhas. É perfeita para pequenos pomares domésticos, pois é rústica e não necessita de cuidados especiais para frutificar em abundância. O plantio dessa espécie só não é recomendado para arborização ao longo de ruas e avenidas, assim como estacionamentos, pois a queda do frutos e folhas suja os automóveis e o chão. Por ser facilmente dispersada pelos pássaros, a amoreira-negra pode se tornar invasiva em algumas situações. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Apesar de ser originária de clima temperado, a amoreira se adapta bem ao clima tropical e subtropical.


Referência
http://www.jardineiro.net/
http:// blog.plantei.com.br/
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