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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

COBRAS - COLORIDAS E BELAS


A BELEZA E O PERIGO.

Escamosas e assustadoras, as cobras nos assombram e habitam nossos sonhos desde a mitologia. Elas aparecem na Bíblia, em visões satânicas, em metáforas linguísticas e na criação de mitos em todo o mundo. Nosso fascínio é, sem dúvida, alimentado pelo perigo que esses animais representam para a nossa vida. É duro conhecer a realidade. Tantas mãos para transformar este mundo e tão poucos olhares para o contemplar.



A evolução presenteou o mundo com cobras em uma variedade enorme de modelos de corpos estranhos, mas também muito inteligentes em suas adaptações.


Cobra-papagaio
(Corallus caninus). Também conhecida como jiboia-verde, Araboia, periquitamboia ou píton-verde-da-árvore, é uma serpente não peçonhenta oriunda da América do Sul. Arborícola, habita a região amazônica e raramente é vista no solo. Apresenta coloração verde com listras espaçadas brancas no dorso e o ventre geralmente é amarelo.

Cobra coral azul da malásia
(Calliophis bivirgatus). Uma das serpentes mais belas da natureza, porém não se encante com a beleza deste belo réptil pois, o que ele tem de belo tem mais de perigoso. A cor é índigo ou azul com riscas azuis ou brancas ao longo de cada lado do corpo, cabeça, ventre e cauda possuem um tom vermelho brilhante, focinho fechado com um par de olhos pequenos nos lados da cabeça. É encontrada na Indonésia, Camboja, Malásia, Singapura e Tailândia.
 
Víbora-das-árvores
(Atheris squamigera). É uma cobra venenosa que pode ser encontrada na África ocidental e central. Um animal muito bonito mas que por sua “aparência” causa uma certa aversão. A cabeça é larga e achatada, distinta do pescoço. A boca é capaz de grandes aberturas. coloração é constante em algumas populações, mas variável em outras.


Jiboia-arco-íris
(Epicrates cenchria). De coloração predominantemente vermelha no dorso, com manchas arredondadas negras e ventre branco. A denominação de se deve ao seu reflexo brilhante iridescente sob o sol, com tons verdes e azuis, originado por suas escamas, como se fosse uma fina camada de óleo sobre a água. Possui hábitos semi-arborícolas e terrestres e está sempre próxima a troncos, pedras ou arbustos.

Piton azul
(Morelia viridis). Agressiva, de hábitos noturnos e arbóreos. Está quase sempre descansando em galhos ou troncos, soltando-os para capturar presas ou um mergulho. É distribuída por todo o extremo norte da Austrália, Papua Nova Guiné e Ilhas Salomão. Existem dois tipos de: fêmeas que mudam de cor por razões hormonais e animais de ambos os sexos têm uma grande percentagem de pigmento azul na maior parte de seu corpo.
  
  Cobra do buriti
(Erythrolamprus dorsocorallinus) Esta cobra colorida é nativa da América Central e na parte norte da América do Sul. Ela foi descrita originalmente na Venezuela. Os padrões coloridos brilhantes, rodeado das serpentes do se assemelham aos de simpátricas cobras corais do gênero Micrurus , e tem sido sugerido que isso é devido ao mimetismo.

Serpente garter
(Thamnophis Sirtalis Tetrataenia). Uma delgada multicolorida subespécie não peçonhenta. Encontrada em áreas úmidas com densa vegetação, espalhadas na península de San Francisco (EUA). Prefere local aberto onde pode tomar sol e alimentar-se. Sua dieta consiste em peixes, minhocas, insetos e rãs. É extremamente tímida, difícil de localizar e capturar, rápida para fugir para a água ou cobrir quando perturbada.

 Cobra d'água
(Liophis miliaris). Também é conhecida pelos nomes de cobra-lisa, jararaca-do-tabuleiro e trairaboia. Serpente semiaquática da família dos colubrídeos. Possui corpo verde lustroso, escamas orladas de preto e partes inferiores amarelas. Essa espécie se alimenta especialmente de anfíbios. Encontrada em quase todo o Brasil, é normalmente avistada próxima a cursos de água,de índole pacífica, não venenosa e raramente ultrapassa 1m.

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