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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

FILOSOFIA DE BANHEIRO




O que é mais ecologicamente correto: jogar o papel higiênico no lixo ou na privada?






É uma dúvida, relativamente, comum: Meu filho fez o seguinte questionamento: "Jogar o papel higiênico no vaso sanitário ou no lixo?" Qual seria o melhor ou mais correto ecologicamente falando? Isso além do aspecto higiênico ou “ambiental doméstico” em função das tradicionais lixeiras dos banheiros, entretanto, nem todo mundo pode fazer opções, como pode verificar.
Se o papel for fino, daqueles macios, de folha dupla, que se dissolvem na água, jogue-o na privada. Quando passar pelo sistema de tratamento de esgoto, ele será filtrado e, juntamente com os outros resíduos sólidos, levado a um aterro sanitário – que é pra onde ele iria se você o tivesse jogado no lixo. A diferença é que, nesse processo, você economiza em saquinhos plásticos para embalar o lixo. Eles, sim, fazem muita diferença para o ambiente: enquanto o papel leva 4 meses pra se degradar, o saquinho leva cerca de 40 anos.
Agora, se o papel que você usa não é dos melhores, o jeito é jogá-lo no lixo mesmo. Apesar de não ser capaz de sozinho, bloquear o fluxo de água na rede de esgoto, seus resíduos podem piorar entupimentos já formados durante o percurso rumo à estação. O mesmo vale para cidades em que não há tratamento de esgoto: nesse caso, o papel vai direto para os rios, contribuindo para a poluição das águas.
O papel higiênico que a gente conhece nasceu em 1857, criado por Joseph Gayetty, perfumado com babosa e com o nome do criador impresso em cada rolo. Mais desde a época de reis do século XIV já se usava um papel higiênico parecido. Eles simbolizavam riqueza e poder, eram artigos próprios da nobreza, do povo chique.

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