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domingo, 20 de janeiro de 2013

BICHOS BRASILEIROS

O país dos bichos. Um território imenso e condições naturais favoráveis deram ao Brasil uma das biodiversidades mais ricas e cheias de estilo do planeta

Asas abertas
Cerca de 17% das aves do globo terrestre vivem no território brasileiro. Elas vão de passarinhos minúsculos até aves como a biguatinga, que chega a 88 centímetros de tamanho e pode ser encontrada em todo o país. Ela costuma utilizar o bico rápido para caçar insetos aquáticos e crustáceos sem deixar o poleiro, mas também mergulha para perseguir peixes. Com a barriga já cheia, sobe para o topo das árvores, onde passa um longo tempo com as asas abertas, para se aquecer e secar as penas.

União no grito




Um dos papagaios mais vistosos da Amazônia, o anacã ganhou esse nome por gritar algo parecido com isso enquanto voa. Na verdade, é uma forma de chamar as outras aves de sua espécie e manter a integridade do grupo, que varia entre cinco e uma dúzia de aves. Costuma voar nas bordas das florestas tropicais, em velocidade muito maior que a dos outros papagaios.





Por cima do problema




A preguiça real passa o tempo todo pendurada em galhos de árvores. Não é para menos: se descer ao solo, conseguirá andar apenas algumas centenas de metros e se tornará presa fácil de animais carnívoros. Já no alto da floresta ela encontra as frutas, folhas e brotos de que se alimenta. A habilidade vem de berço os filhotes passam as primeiras semanas de vida agarrados à barriga da mãe, disfarçados em meio ao pelo.




Perigo em cauda
A iguana, também conhecida como sinimbu, vive em florestas úmidas ou áreas de caatinga e costuma se defender ferozmente de quem tenta invadir seu território. Ataca com dentadas e com chicotadas da enorme cauda, responsável por dois terços de seus mais de 2 metros de comprimento. Consegue comer de tudo, de filhotes de animais a frutos, flores, folhas e insetos.
Grande gato


A jaguatirica é o maior e mais ágil felino do Brasil. Ela é capaz de pular dezenas de metros, atacar à noite com habilidade e até subir em árvores para se defender ou para caçar pequenos animais. Mesmo com tanta versatilidade, está ameaçada de extinção. Ela é alvo frequente dos caçadores devido ao alto valor comercial de sua pele.




Beleza indigesta

As lagartas de borboleta do Parque Nacional da Serra do Cipó, em Minas Gerais, aguardam a metamorfose em cachos como esse. Elas seriam um prato cheio para as aves predadoras se não tivessem desenvolvido um eficiente truque evolutivo: o gosto horrível. As cores fortes são alerta aos predadores de que a comida ali não é grande coisa. Até hoje os cientistas não conseguiram explicar como essa massa se transforma e sai voando.

Longa vida
O periquito da caatinga se adaptou com grande estilo ao sertão árido de Canudos, na Bahia. Consegue chegar à impressionante idade de 80 anos com alguns truques simples, como se alimentar de frutas e cocos de vários tipos de palmeiras e usar o bico e as pernas curtas para andar com agilidade pelos galhos. O grande problema para sua sobrevivência é que os gritos que costuma dar atraem os caçadores.


FONTE: SUPERABRIL

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