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quarta-feira, 9 de maio de 2012

7 PECADOS CAPITAIS E AS 7 VIRTUDES



Porque os pecados, que a Igreja tanto fala e que são formas certas de levar uma pessoa para o tal do Inferno, mencionados na Divina Comédia (escrita por Dante Alighieri) não estão na bíblia em lugar algum?






OS SETE PECADOS CAPITAIS E AS SETE VIRTUDES

Os 7 Pecados Capitais
são originários da alquimia e das tradições iniciáticas muito antigas, remontando dos antigos rituais egípcios e babilônicos Os conceitos incorporados no que se conhecem hoje como os sete pecados capitais, se trata de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios. É muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo, mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), foi transformada em pecado pelos grandes pensadores da Igreja Católica. Foi o papa Gregório Magno no século VI que instituiu os sete pecados capitais, os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo.

As  7 sete virtudes 
são derivadas do poema épico Psychomachia, escrito por Prudêncio, intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa. É alegado que a prática dessas virtudes protege a pessoa contra tentações dos sete pecados capitais, com cada um tendo sua respectiva contraparte. Existem duas variações distintas das virtudes, reconhecidas por diferentes grupos.



Soberba/ Orgulho/ Vaidade  é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha autossuficiente; é um sentimento de satisfação pessoal pela capacidade ou realização de uma tarefa. Sua origem remonta do latim “superbia”, que também significa supérfluo.

Humildade (latim: humilitas) — opõe soberba.
Modéstia. Comportamento de total respeito a Deus e em segundo lugar ao próximo.





Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico. Isto provavelmente quase ninguém entre vocês deve saber, mas o nome original da Preguiça é Acídia. Acídia é a preguiça de busca espiritual. Quando a pessoa fica acomodada e passa a deixar que os outros tomem todas as decisões morais e espirituais por elas.

Diligência (latim: diligentia) — opõe preguiça.
Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com a própria fé.



Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável. A ira é o mau uso da energia agressiva. Ao invés de direcioná-la para o sexo ou para os esportes, a pessoa canaliza este excesso de energia para a destruição. “Faça amor, não faça a guerra”. Com tantas travas e tabus sexuais, não é de se admirar que fanáticos religiosos sejam tão violentos.

Paciência (latim: patientia) — opõe ira. 
Serenidade, paz. Resistência a influências externas e moderação da própria vontade.




Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa. Hoje em dia, as pessoas utilizam-se do termo “inveja” de maneira errada. Seu sentido original quer dizer “Caminhar segundo o passo espiritual de outra pessoa”. Ter inveja de outra pessoa é tomar seu próprio caminho com base nos esforços e resultados obtidos por outras pessoas. A Inveja como a conhecemos hoje é a parte material do defeito.

Caridade (latim: humanitas) — opõe inveja.
Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.



Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora. Estamos lidando com Excessos. A Gula é absorver o que não se necessita, ou o que é excedente. Pode se manifestar em todos os quatro planos (espiritual, emocional, racional e material). Claro que a igreja distorceu o sentido original da alquimia, adaptando-a para o mundo material, então hoje em dia, gula é sinônimo apenas de “comer muito”.

Temperança (latim: temperantia) — opõe gula. 
Autocontrole, moderação, temperança. Constante demonstração de uma prática de abstenção.


Luxúria: apego aos prazeres carnais. Quer dizer em seu sentido original “deixar-se dominar pelas paixões”. Em português, luxúria foi completamente deturpado e levado apenas para o sentido físico e sexual da palavra, mas seu equivalente em inglês (Lust) ainda mantém o sentido original. A melhor tradução para isso seria “obsessão”. A luxúria tem efeito na esfera espiritual quando a pessoa passa a ser guiada pelas suas paixões ao invés de sua racionalidade. 

Castidade (latim: castitas) — opõe luxúria.
Autossatisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.




Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro. Caracteriza-se pelo excesso de apegos pelo que se possui. Normalmente se associa avareza apenas ao significado materialista, de juntar dinheiro, mas sua manifestação nos outros elementos (espiritual, emocional e mental) é mais sutil e perniciosa. A avareza é a origem de todas as falsidades e enganações.

Generosidade (latim: liberalitas) — opõe avareza.
Desprendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.



fonte: 
labirintodamente.com.br/ pt.wikipedia.org/ guiarh.com.br/ guiadicasgratis.com
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