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domingo, 24 de julho de 2011

REAPROVEITAMENTO ALIMENTAR

REAPROVEITAR ALIMENTOS TAMBÉM É ECOLOGIA, ALÉM DE FAZER BEM A SUA SAÚDE (E SEU BOLSO!).

Algumas atitudes comuns do dia a dia praticadas pela maioria da população, como por exemplo, cozinhar os alimentos como cenoura, chuchu, e legumes em geral sem a casca, podem retirar as barreiras naturais de proteção destes alimentos contra a perda de seus elementos nutritivos durante a fervura. Excluindo a casca comestível de algumas frutas, acabamos perdendo muitas fibras, que são importantíssimas para o bom funcionamento do intestino. Também não se deve cozinhar os legumes em água e depois jogá-la fora, já que todas as vitaminas hidrossolúveis (aquelas diluídas na água) se perdem.
Atualmente a sociedade civil já tem atentado se mobilizar, procurando participar ativamente do desenvolvimento social. Muita gente já sabe que é importante a reutilização alimentar de cascas, talos e folhas, pois o aproveitamento integral dos alimentos, além de diminuir os gastos com alimentação pode melhorar a qualidade nutricional do cardápio. Reduz o desperdício tornando possível a criação de novas receitas.
Essas partes que iriam para o lixo podem ser bem aproveitadas, servindo para suprir a carência de nutrientes no organismo, e tornando o cardápio mais saudável e criativo.  Ao desperdiçarmos, tanto contribuímos para a degradação econômica e social do país quanto prejudicamos a saúde de milhões de pessoas que sofrem com a irracionalidade do desperdício.
Utilizar o alimento em sua totalidade significa usar os recursos disponíveis sem desperdício, reciclar e respeitar a natureza pois, além de formar lixo, desperdiçar comida significa também desperdiçar água (cerca de 70% da água disponível é usada na irrigação da lavoura) e poluir a atmosfera (cientistas estão ligando a atividade agrícola ao aquecimento global). Então, vamos começar a olhar o que chamamos de "lixo orgânico" com outros olhos.
IMPORTANTE
Para reaproveitar esses alimentos, é necessário que eles não estejam com os prazos de validades vencidos ou com aspecto estragado. Observe bem os alimentos antes de reaproveitá-los e guarde sempre na geladeira para que eles não pereçam facilmente. O odor também pode ajudar a determinar o estado de conservação dos alimentos. 
ALGUMAS RECEITAS
Pó de Casca de Ovo
Separe a casca, ferva por cinco minutos e seque ao sol. Bata no liquidificador e depois passe por um pano fino. Deve ficar como pó. Utilize uma colherinha nos refogados, sopas, arroz, feijão, molhos, etc.. O pó de casca de ovo é riquíssimo em cálcio, nutriente importante para o crescimento e prevenção da osteoporose, na gravidez e amamentação.
Talos de Agrião
Faça bolinhos ou refogados com carne moída.
Folhas de Brócolis ao Forno
600 g de folhas de brócolis (1 pé); 2 ovos batidos; 2 colheres (sopa) de margarina; ¼ xícara (chá) de farinha de rosca; 2 colheres (sopa) de queijo ralado; sal à gosto.
Cozinhe um pouco as folhas de brócolis com sal e escorra. Misture a farinha de rosca com a margarina derretida e junte todos os outros ingredientes, menos o queijo ralado que deve ser salpicado por cima. Asse em forno moderado por 30 à 40 minutos.
Cascas de Goiaba
Lave-as bem e bata-as no liquidificador com água. Adoce à gosto.
Cascas da Maçã
Utilize-as no preparo de sucos e chás.
Doce de Casca de Maracujá
Lave 6 maracujás, descasque-os deixando toda a parte branca e dura com água. Deixe de molho de um dia para outro. Escorra, coloque em uma panela com 2 xícaras de açúcar e 3 xícaras de água. Deixe apurar. Se desejar acrescente canela.
Folhas de Couve-Flor
Prepare sopas com folhas desta hortaliça.
Bolinhos de Folhas de Beterraba
1 copo de talos e folhas lavadas e picadas; 2 ovos; 5 colheres (sopa) de farinha de trigo; 2 colheres (sopa) de água; Cebola picada; Sal à gosto; Óleo para fritar
Bata bem os ovos e misture os outros ingredientes. Frite os bolinhos em óleo quente e escorra em papel absorvente.
Folhas de Uva
Podem ser enroladas com carne moída e servidas com molho de tomate.
Folhas de Figo
Pode-se utilizá-las no preparo de licores, chás ou xaropes.
Doce de Casca de Banana
5 copos de cascas de banana nanica, bem lavadas e picadas2 1/2 copos de açúcar.
Cozinhe as cascas, em pouca água, até amolecerem. Retire do fogo, escorra, reserve o caldo do cozimento e deixe esfriar. Bata as cascas e o caldo no liquidificador e passe por peneira grossa. Junte o açúcar e leve novamente ao fogo lento. Mexendo sempre, até o doce desprender do fundo da panela.
Aperitivo de Cascas de Batata
Cascas de batata; Óleo e sal.
Lave as cascas e frite-as em óleo quente, até ficarem douradas e sequinhas. Tempere à gosto.
Pó de Folha de Mandioca. A folha de mandioca é rica em vitaminas e ferro. Seque as folhas de mandioca na sombra e depois bata no liquidificador. Use uma pitada de sal ao preparar um prato.
Molho de Cascas de Berinjela para Massas
2 dentes de alho picados; 3 colheres (sopa) de óleo; 2 copos de cascas de berinjelas cortadas em tiras de 1 cm de largura; 1 1/2 copo de água; Sal e pimenta do reino à gosto; 1 colher (chá) de orégano; 4 tomates sem pele e sem sementes ou 6 colheres (sopa) de polpa de tomate.
Doure o alho no óleo. Junte as cascas de berinjelas e refogue por 5 minutos. Junte à água, o sal, a pimenta do reino, o orégano e os tomates. Cozinhe por uns 5 minutos até engrossar ligeiramente. Dá para meio pacote da massa de sua preferência.
Bolinho de Talo de Brócolis
2 xícaras (chá) de talos de brócolis cozido; 2 ovos; 1 cebola média picada; Sal à gosto; 6 Colheres (sopa) de farinha de trigo; Óleo para fritar.
Bata no liquidificador os talos cozidos juntamente com os ovos. Retire e misture os ingredientes restantes. Frite as colheradas em óleo quente.
Rama de Cenoura
Com o ramo de cenoura, experimente preparar bolinhos, sopas, refogados e enriquecer tortas e suflês.
Ramas de Cenoura Crocantes
1 xícara de farinha de trigo; 1 colher (sopa) de óleo; Sal a gosto; 30 raminhos de folhas de cenoura; Óleo para fritar; Misture a farinha com o óleo, o sal e 1/2 xícara de água.
Passe ligeiramente os raminhos na massa sem cobrí-los totalmente e frite no óleo quente.
Doce de Casca de Melancia
Cascas de 1/2 melancia; 1/2 kg de açúcar; Cravo à gosto; Canela em pau à gosto.
Remova a parte verde da casca, passe a polpa branca pelo ralador grosso e reserve. Misture o açúcar com 1/2 copo de água, junte cravo, canela e faça uma calda deixando ferver por 10 minutos.
Patê de Talos de Legumes
2 colheres de talos de beterraba e de espinafre; 1 copo de ricota ou maionese; Sal e pimenta à gosto. Bata tudo no liquidificador. Sirva gelado.
Pudim de Casca de Goiaba
1 copo de suco de casca de goiaba; 1 copo de água; 2 colheres bem cheias de maisena; 3 colheres bem cheias de açúcar. Dissolva a maisena, junte os demais ingredientes e misture bem. Leve ao fogo mexendo sempre até engrossar. Despeje em forma umedecida e leve à geladeira.
Geléia de Casca de Abacaxi
Cascas de um abacaxi; 4 copos de água; Açúcar, o quanto baste; 3 colheres bem cheias de amido de milho. Lave com uma escovinha as cascas do abacaxi. Bata as cascas junto com a água no liqüidificador. Passe por uma peneira. Junte o açúcar e a maisena dissolvida. Leve ao fogo e deixe cozinhar bem. Despeje em pirex previamente umedecido. Sirva gelado. A receita abaixo foi extraída do livro "Diga não ao desperdício" - Secretaria da Agricultura do Estado
de São Paulo
Doce de Casca de Abacaxi com Côco
Casca de 1 abacaxi picada; 2 xícaras (chá) de açúcar; 1 pacote de 100g de côco ralado; 1 colher (sopa) de margarina.
Descasque 1 abacaxi, lave a casca e ferva com um pouco de água. Bata a mistura no liquidificador e coe. A parte que ficou na peneira leve ao fogo em uma panela e acrescente o açúcar, o côco, a margarina e o cravo, se quiser. Mexa sempre até desprender do fundo da panela. Dá 16 porções.
Não pode esquecer que todo resto alimentar, pode virar um excelente adubo orgânico.
A alimentação é a base da vida, necessidade primordial do homem e dela depende o estado de saúde do ser humano, em diversos níveis.
O homem que busca saídas para os problemas relativos à sua sobrevivência, precisa compreender a importância de uma alimentação saudável, rica em nutrientes, e que possa alcança-la com a utilização de partes dos alimentos que geralmente são desperdiçados

fonte:http://indigenously.wordpress.com/ http://www.semec.pi.gov.br/http://www.bancodealimentos.org.br

GEOGRAFIA DO BRASIL - RESUMÃO


Geografia do Brasil refere-se aos aspectos físicos naturais do país que, com mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de extensão, é o quinto maior país do mundo. Localizado na América do Sul, seu relevo apresenta-se relativamente suave, composto por grandes bacias sedimentares, das quais destaca-se a Bacia Amazônica, cercada por planaltos de altitudes moderadas. O ponto culminante do Brasil é o Pico da Neblina, com 2 994 m acima do nível do mar. De forma geral, a origem geológica do território é antiga, cujas formas de relevo suaves são resultados do contínuo intemperismo dos escudos cristalinos.

FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA


Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e o Abastecimento, a agricultura de base familiar reúne 14 milhões de pessoas, mais de 60% do total de agricultores, e detém 75% dos estabelecimentos agrícolas no Brasil. É comum nessas propriedades o uso de fossas rudimentares (fossa "negra", poço, buraco, etc.), que contaminam águas subterrâneas e, obviamente os poços de água, os conhecidos poços "caipiras". Assim, há a possibilidade de contaminação dessa população, por doenças veiculadas pela urina, fezes e água, como hepatite, cólera, salmonelose e outras.
O processo de biodigestão de resíduos orgânicos é bastante antigo, sendo que a primeira unidade foi instalada em Bombaim, na Índia em 1819; na Austrália uma companhia produz e industrializa o metano a partir de esgoto desde 1911. A China possui 4,5 milhões de biodigestores que produzem gás e adubo orgânico, sendo que a principal função é o saneamento no meio rural (http://www.cdcc.sc.usp.br/escolas/juliano/biodiges.html#6). 
No Brasil, a ênfase para os biodigestores foi dada para a produção de gás, com o objetivo de converter a energia do biogás em energia elétrica através de geradores. Isso permitiu melhorar as condições rurais, como por exemplo o uso de ordenhadeiras na produção de leite, e outros benefícios que podem ser introduzidos. Esse processo realiza-se através da decomposição anaeróbica da matéria orgânica digerível por bactérias que a transforma em biogás e efluente estabilizado e sem odores, podendo ser utilizado para fins agrícolas. As fases do processo constam de: fase de hidrólise enzimática, ácida e metanogênica (Olsen & Larsen, 1987), as quais eliminam todo e qualquer elemento patogênico existente nas fezes, devido principalmente, à variação de temperatura. Com isso, o processo de biodigestão de resíduos orgânicos é uma possibilidade real a ser considerada para a melhoria do saneamento no meio rural.

Em suma, o biodigestor aqui desenvolvido tem dois objetivos: 
  1. substituir, a um custo barato para o produtor rural, o esgoto a céu aberto e as fossas sépticas;
  2. utilizar o efluente como um adubo orgânico, minimizando gastos com adubação química, ou seja, melhorar o saneamento rural e desenvolver a agricultura orgânica.
O sistema (figura 1a) é composto por duas caixas de fibrocimento ou fibra de vidro de 1000 L cada [5], facilmente encontradas no comércio, conectadas exclusivamente ao vaso sanitário, (pois a água do banheiro e da pia não têm potencial patogênico e sabão ou detergente tem propriedades antibióticas que inibem o processo de biodigestão) e a uma terceira de 1000 L [6], que serve para coleta do efluente (adubo orgânico). As tampas dessas caixas devem ser vedadas com borracha e unidas entre si por tubos e conexões de PVC de 4", com curva de 90o longa [3] no interior das caixas e T de inspeção [4] para o caso de entupimento do sistema. Os tubos e conexões devem ser vedados na junção com a caixa com cola de silicone e o sistema deve ficar enterrado no solo para manter o isolamento térmico. Inicialmente, a primeira caixa deve ser preenchida com aproximadamente 20 L de uma mistura de 50% de água e 50% esterco bovino (fresco). O objetivo desse procedimento é aumentar a atividade microbiana e consequentemente a eficiência da biodigestão, dever ser repetido a cada 30 dias com 10 L da mistura água/esterco bovino através da válvula de retenção [1]. O sistema consta ainda de duas chaminés de alívio [2] colocadas sobre as duas primeiras caixas para a descarga do gás acumulado (CH4). A coleta do efluente é feita através do registro de esfera de 50 mm [7] instalado na caixa coletora [6]. Caso não se deseje aproveitar o efluente como adubo e utilizá-lo somente para irrigação, pode-se montar na terceira caixa um filtro de areia, que permitirá a saída de água sem excesso de matéria orgânica dissolvida (figura 1b).

Lista de material necessário para a construção do sistema é a seguinte:

Item
Quant.
Unidade
Descrição
01
03
pç
Cx de fibrocimento ou fibra de vidro de 1000 L
02
06
m
Tubo de PVC 100mm para esgoto
03
01
pç
Válvula de retenção de PVC 100mm
04
02
pç
Curva 90° longa de PVC 100mm
05
03
pç
Luva de PVC 100mm
06
02
pç
Tê de inspeção de PVC 100mm
07
10
pç
O'ring 100mm
08
02
m
Tubo de PVC soldável 25mm
09
02
pç
Cap de PVC soldável 25mm
10
02
pç
Flange de PVC soldável 25mm
11
01
pç
Flange de PVC soldável 50mm
12
01
m
Tubo de PVC soldável 50mm
13
01
pç
Registro de esfera de PVC 50mm
14
02
tb
Cola de silicone de 300g
15
25
m
Borracha de vedação 15x15mm
16
01
tb
Pasta lubrificante para juntas elásticas em PVC rígido – 400g
17
01
tb
Adesivo para PVC – 100g
18
01
litro
Neutrol

FERRAMENTAS
 
em
Quant.
Unidade
Descrição
01
01
pç
Serra copo 100mm
02
01
pç
Serra copo 50mm
03
01
pç
Serra copo 25mm
04
01
pç
Aplicador de silicone
05
01
pç
Arco de serra c/ lâmina 
06
01
pç
Furadeira elétrica
07
01
pç
Pincel de ¾'
08
01
pç
Pincel de 4"
09
01
pç
Estilete ou faca
10
02
fl
Lixa comum no. 100

  
Se não for utilizar o efluente como adubo orgânico, mais:
  • Areia fina lavada
  • Pedra britada nº 1
  • Pedra britada nº 3
  • Tela de nylon fina - tipo mosquiteiro

 bibliografia: 
http://www.cnpdia.embrapa.br

terça-feira, 19 de julho de 2011

O CHIFRE DA ÁFRICA ESTA SENDO SEPARADO.



Realmente não sabemos nada, ou muito pouco, sobre a transição planetária já em curso. Só é divulgado o que não tem como esconder. Um jornal alemão trás que "no meio do inferno de lava, o oceano estava entrando no deserto da África". 

sábado, 9 de julho de 2011

VALE A PENA COMER UM TOMATE?

Vale à pena comer um tomate? Até o final do século XX a resposta dependia do conteúdo calórico e do esforço necessário para obter o alimento. No século XXI, essa equação já não é tão simples.
Imagine um homem primitivo que se alimenta do que encontra na natureza. Nesse caso a conta é simples: se a energia consumida em um tomate é superior a energia gasta para obte-lo, vale a pena comer o tomate. Se um tomate fornece vinte quilocalorias de energia e gastamos cinco quilos calorias para encontrar o pé de tomate, o resultado é que após o esforço lucramos quinze quilocalorias. Imagine agora que o pé de tomate esteja no alto de uma montanha. Após gastar duzentas quilocalorias para escalar a montanha, podemos saborear o tomate de vinte quilocalorias. O resultado é que vamos ficar com mais fome do que antes de iniciarmos a empreitada: um déficit de 180 quilocalorias. É claro que nunca os homens primitivos nem os animais pararam para fazer essa conta, mas, se a estratégia de alimentação de um animal não seguir esse modelo, ele simplesmente morre.
Imagine agora o processo decisório de um consumidor de tomates do século XX. Ele vai ao supermercado e descobre que o fruto de vinte quilocalorias custa equivalente ao salário de um dia de trabalho. Se ele gastar o salário com tomates, vai morrer de fome, pois seu poder aquisitivo não é suficiente para comprar tomates necessários para mante-lo vivo por um mês. Por outro lado, se o tomate custar o equivalente a um minuto de trabalho vale a pena comer o tomate. Na verdade, o cálculo de custo/beneficio é basicamente o mesmo utilizado pelo homem primitivo. O salário não passa de uma maneira de quantificar o esforço necessário para obter o alimento.
Agora estamos no século XXI e nosso consumidor de tomates se preocupa com o meio ambiente. Ele sabe que os tomates que vai comprar no supermercado, apesar de ainda conterem as mesmas vinte quilocalorias e custarem o equivalente a um minuto de trabalho, foram produzidos em uma fazenda distante do supermercado. No cultivo do fruto foram utilizados combustíveis fósseis tanto para produzir os fertilizantes e arar a terra quanto para colher e transportar o tomate até o mercado consumidor. Isto sem contar o plástico, o papel da embalagem e refrigeração. Os gastos de energia relacionados com a produção do tomate podem ser calculados, e assim é possível determinar o impacto da produção do tomate na liberação de CO2 na atmosfera e sua contribuição para o aquecimento global. Será que ainda vale à pena obter vinte quilocalorias de um tomate, se foram utilizadas quase trezentas quilocalorias em combustíveis fosseis para produzi-lo?
Ecólogos como o americano David Pimentel, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, têm se dedicado a esses cálculos. A fim de produzir o alimento necessário para alimentar por um dia um americano médio, são utilizados 5,3 litros de petróleo, quase a mesma quantidade consumida pelo carro desse mesmo americano. Pimentel calcula que 17% do petróleo que se consome nos Estados Unidos são utilizados na produção de alimentos. Para produzir cada quilocaloria de proteína animal, utilizam-se quarenta quilocalorias oriundas de combustíveis fósseis. O que David Pimentel vem tentando demonstrar é que hoje, nos Estados Unidos, comer polui tanto quanto dirigir automóveis. E agora? Vale à pena comer um tomate? E quando acabar o petróleo, de onde virão os tomates?

 
Bibliografia:
Reinach, Fernando; A longa marcha dos grilos canibais. Cia das Letras, SP,2010

quarta-feira, 6 de julho de 2011

PLANO DE AULA - PARA QUE SERVEM OS ZOOLÓGICOS?


Um jardim zoológico, também chamado de zoológico ou simplesmente zoo, é um local específico para se manter animais, selvagens e domesticados, que podem ser exibidos ao público. 

PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA- CHUVAS

Chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de gotas de água no estado líquido sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Nem todas as chuvas atingem o solo, algumas evaporam-se enquanto estão ainda a cair, num fenômeno que recebe o nome de virga e acontece principalmente em períodos/locais de ar seco.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ECOLOGIA DAS METRÓPOLES

Nas grandes cidades, o predomínio das formas artificiais atesta de maneira inequívoca o recuo do meio natural e suas consequências, em termos de impactos ambientais. 
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