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terça-feira, 19 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
VALE A PENA COMER UM TOMATE?
Vale à pena comer um tomate? Até o final do século XX a resposta dependia do conteúdo calórico e do esforço necessário para obter o alimento. No século XXI, essa equação já não é tão simples.
Imagine um homem primitivo que se alimenta do que encontra na natureza. Nesse caso a conta é simples: se a energia consumida em um tomate é superior a energia gasta para obte-lo, vale a pena comer o tomate. Se um tomate fornece vinte quilocalorias de energia e gastamos cinco quilos calorias para encontrar o pé de tomate, o resultado é que após o esforço lucramos quinze quilocalorias. Imagine agora que o pé de tomate esteja no alto de uma montanha. Após gastar duzentas quilocalorias para escalar a montanha, podemos saborear o tomate de vinte quilocalorias. O resultado é que vamos ficar com mais fome do que antes de iniciarmos a empreitada: um déficit de 180 quilocalorias. É claro que nunca os homens primitivos nem os animais pararam para fazer essa conta, mas, se a estratégia de alimentação de um animal não seguir esse modelo, ele simplesmente morre.
Imagine agora o processo decisório de um consumidor de tomates do século XX. Ele vai ao supermercado e descobre que o fruto de vinte quilocalorias custa equivalente ao salário de um dia de trabalho. Se ele gastar o salário com tomates, vai morrer de fome, pois seu poder aquisitivo não é suficiente para comprar tomates necessários para mante-lo vivo por um mês. Por outro lado, se o tomate custar o equivalente a um minuto de trabalho vale a pena comer o tomate. Na verdade, o cálculo de custo/beneficio é basicamente o mesmo utilizado pelo homem primitivo. O salário não passa de uma maneira de quantificar o esforço necessário para obter o alimento.

Ecólogos como o americano David Pimentel, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, têm se dedicado a esses cálculos. A fim de produzir o alimento necessário para alimentar por um dia um americano médio, são utilizados 5,3 litros de petróleo, quase a mesma quantidade consumida pelo carro desse mesmo americano. Pimentel calcula que 17% do petróleo que se consome nos Estados Unidos são utilizados na produção de alimentos. Para produzir cada quilocaloria de proteína animal, utilizam-se quarenta quilocalorias oriundas de combustíveis fósseis. O que David Pimentel vem tentando demonstrar é que hoje, nos Estados Unidos, comer polui tanto quanto dirigir automóveis. E agora? Vale à pena comer um tomate? E quando acabar o petróleo, de onde virão os tomates?
Bibliografia:
Reinach, Fernando; A longa marcha dos grilos canibais. Cia das Letras, SP,2010
quarta-feira, 6 de julho de 2011
PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA- CHUVAS
Chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de gotas de água no estado líquido sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Nem todas as chuvas atingem o solo, algumas evaporam-se enquanto estão ainda a cair, num fenômeno que recebe o nome de virga e acontece principalmente em períodos/locais de ar seco.
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
ANIMAIS URBANOS
O Planeta sofre transformações desde que os primeiros seres vivos surgiram nele. Aliás, sendo mais rigorosos, podemos pensar que o Planeta é uma constante transformação. Com a presença do ser humano sobre ele, verificamos que essas transformações tornaram-se mais acentuadas com o passar do tempo....
sexta-feira, 10 de junho de 2011
MARIA - FUMAÇA

MARIA FUMAÇA -
A Baronesa, por seu importante papel como pioneira no campo ferroviário do Brasil, transformou-se também em um importante marco da história do ferroviarismo mundial....
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
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